Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Saúde
Saúde

Moro diz que prioridade é reduzir fluxo de atendimento de saúde na capital

Compartilhe Facebook X Texto

O secretário Estadual de Saúde, Augustinho Moro esteve na Assembléia Legislativa, participando da oitiva convocada pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, onde foi discutida a ‘Fórmula Alternativa para o Sistema de Regulação Estadual’, e assim, sanar e superar os obstáculos que dificultam o cotidiano dos usuários e profissionais de saúde que se submetem às suas burocráticas condições administrativas e operacionais.

As limitações no atual sistema de regulação estadual, a morosidade e a burocracia, que contribuem para a formação de extensas filas de espera são problemas que foram levados ao conhecimento da comissão, que de pronto convocou o secretário, para que se debata e busque alternativas capazes de melhorar o fluxo regulador e aumentar a resolução das demandas.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Augustinho Moro destacou a importância de se discutir a Regulação no Estado sobre acesso dos usuários ao sistema de saúde. “Estamos trabalhando para amenizar o fluxo em Cuiabá e buscar alternativas para melhorar o acesso da população à saúde pública”.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémMais de 9,3 mil pessoas já emitiram carteira digital de doador de sangue em MT

De acordo com o secretário-adjunto de saúde, Vitor Rodrigues, a regulação busca facilitar a oferta dentro do sistema já que a demanda é maior. Muitos foram os questionamentos dos parlamentares que integram a Comissão de Saúde em relação às filas, à falta de equipamentos e profissionais nos hospitais, centros de saúde e policlínicas, superlotação de leitos, falta de médicos, a situação do profissional de saúde.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

No caso de Rondonópolis, como citou Moro, são destinados R$ 25 milhões por ano para o Hospital Regional e R$ 200 mil por mês para a Santa Casa de Misericórdia.

O secretário ressaltou que o hospital se tornou de urgência e emergência, o que leva à lotação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A descentralização, para que hospitais maiores não fiquem superlotados, foi uma das soluções apontadas para este e tantos outros casos de superlotação em grandes hospitais públicos.

“Existe sim deficiências, mas nós nunca vamos nos furtar de discutir o assunto. Estamos buscando uma forma de aumentar e fazer com que o atendimento ao usuário do SUS dê melhores condições de vida à população. Enquanto gestor nossa atribuição é atuar onde há deficiência e necessidade”, concluiu o secretário.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Saúde

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé