Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Saúde
Saúde

Henry diz que incinerou 50 toneladas de remédios em sua gestão na Saúde

Compartilhe Facebook X Texto

O deputado federal Pedro Henry (PP), que comandou a Secretaria de Estado de Saúde entre 2011 a 2012, considerou superficial e politizado o debate sobre os remédios vencidos encontrados na Farmácia de Alto Custo, tendo em vista que existe na previsão contratual a perda de 2% dos medicamentos, e revelou que incinerou 50 toneladas de remédios vencidos durante a sua gestão, e que não houve polêmica acerca do fato. "Estão dando muita importância neste episódio dos medicamentos vencidos, mandei incinerar 50 toneladas de remedos durante a minha gestão, inclusive, de aquisições que haviam sido feitas em outras gestões", disse.

Conforme Henry, no contrato firmado com a Organização Social de Saúde (OSS), Instituto Pernambucano (Ipas), prevê um percentual de perda de cerca de 2% dos medicamentos. "O governo deve apurar se houve falha técnica, tem que pagar, se quem comprou, comprou errado, tem que pagar. Não tem significado debater esta polêmica, até porque, o Ministério da Saúde que encaminha a maioria dos medicamentos, e as vezes, a quantidade que chega é maior do que a demandada. Além disto, existe a previsão contratual de perda de 2% dos medicamentos", considerou.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Para o deputado, o grande erro no episódio dos medicamentos foi não ter dado vazão aos medicamentos que estavam com data de validade perto de vencer. "O erro foi ter deixado perder estes medicamentos, ao invés de encaminhar para os pacientes", ressaltou.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémMais de 9,3 mil pessoas já emitiram carteira digital de doador de sangue em MT

Em maio deste ano, quase 200 caixas de medicamentos vencidos foram encontrados no estoque da Farmácia de Alto Custo, gerenciada pelo Ipas. Após auditoria do governo do Estado, foi apontada a responsabilidade do Ipas, e constatou-se custo ao erário de R$2,8 milhões, sendo que as investigações apontam que desde 2011, o custo de perda pode chegar a quase R$3,5 milhões. Agora, o governo realiza intervenção no contrato com o Ipas, que desde maio deixou de receber os repasses de R$600 mil/mensais, que podem ser utilizados para custear o dano ao erário.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Saúde

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé