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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Saúde

Alta Floresta: casos de malária “importada” caem consideravelmente

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Alta Floresta encerrou o ano registrando 44 casos de malária “importada”, isto é, quando a contaminação pela doença ocorre fora dos domínios do município. O total representa um dos menores índices dos últimos anos, segundo dados da Vigilância Ambiental. De 2007 até agora, a taxa de pessoas infectadas decresceu. Nesse ano foram 58. Na época, 306 pessoas haviam sido submetidas à exames clínicos para constatar a patologia. Em 2008 chegaram-se a 52, com 150 testes.

No ano passado, a confirmação das 44 ocorrências deu-se mediante a realização de 186 procedimentos, aponta a Vigilância Ambiental. Ainda em 2009 o coordenador Claudiomiro Vieira apontou que a maior parcela dos casos foi contraída em áreas de garimpo.

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As regiões do Estado do Pará onde ainda são realizadas esta atividade figuram como principais pontos de contaminação. De acordo com o poder público, os índices da doença mostram-se no padrão aceitável mas não se pode abrir mão de trabalhos preventivos.

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Entre 2007 e 2009 os registros da Vigilância Ambiental apontam não ter havido contaminação da doença em âmbito local, isto é, propriamente em Alta Floresta.

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