Falha nossa
Demorou mas o INPE reconheceu que errou sobre dados de queimadas em Mato Grosso. Depois do estragona imagem do Estado, ontem, em seminário no Pará, o diretor Gilberto Câmara afirmou ainda que o instituto fará agora uma dinâmica da degradação progressiva da floresta em separado da dinâmica do corte raso, que tradicionalmente foi feito pelo Inpe no Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (PRODES). Isso porque confirmou que existem problemas no Deter em separar áreas de degradação progressiva de áreas em que não houve nenhuma degradação.
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