Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Polícia

Suspeito é preso e assassinato de prefeito em Mato Grosso pode ter sido vingança

Compartilhe Facebook X Texto

A Policia Judiciária Civil de Cáceres prendeu na madrugada desta segunda-feira (06.02) mais um suspeito de ter executado o prefeito de Porto Estrela, Flávio Faria, em outubro do ano passado. David Landivar Franco, o “Bugrão”, foi indiciado na primeira parte do inquérito sobre a morte do prefeito, junto com outros seis suspeitos.

Bugrão estava foragido desde o dia do crime e foi preso em um bar no município de Cáceres, por volta de uma hora da manhã. Ele estava desarmado e não resistiu à prisão. Os policiais da Delegacia de Roubos e Furtos cumpriam dois mandados de prisão contra o suspeito por prática de roubo. No entanto, a Promotoria da cidade já solicitou que Bugrão seja interrogado pela morte do prefeito.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

O delegado que coordenou a ação, Carlos Américo Marchi, informou que já começou a ouvir Bugrão pelos crimes de roubo e até o final da tarde irá interrogá-lo sobre seu suposto envolvimento com a morte de Flávio Faria.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPolícia Civil cumpriu 7,6 mil mandados de prisão em MT neste ano; 434 operações

“Só aqui na delegacia tenho cinco inquéritos abertos contra ele, todos de roubo. Mas já constatamos que ele tem passagem por homicídio”, disse o delegado.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

No mês passado, a Polícia Civil de Tangará da Serra apresentou o resultado do inquérito sobre a morte de Flávio Faria. Ao todo, sete pessoas foram indiciadas por homicídio qualificado e formação de quadrilha, crime hediondo previsto na Lei 8.072/90. A conclusão é que o assassinato foi “vingança política”. De acordo com o inquérito apresentado, os mandantes do crime são Paulo de Oliveira, e o seu filho, Cleyton Maradona Alves de Oliveira. José Jorge de Arruda da Costa, o Zé Barbante, acusado de ser intermediário. Éder Mamedes Teixeira, o “Dentinho”, e Juares Custódio de Arruda, o “Branco”, Airson Ribeiro Duarte, o Chica, também foram apontados como sendo os executores.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Polícia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé