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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Sorriso: polícia procura acusados de ‘golpes do seguro’

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A Justiça da Comarca de Sorriso decretou a prisão preventiva de Eliomar Deitos (Alemão), Gilson Ferreira dos Santos e Agnaldo Nunes da Silva, presos em novembro, nas investigações sobre a morte de pessoas que tinham apólices de seguro. Os três foram denunciados recentemente pelo Ministério Público pelo “golpe do seguro” e, de acordo com a Polícia Civil, devem responder por crimes de formação de quadrilha e homicídio

Os processos já tramitam na quinta vara criminal, cuja titular é a juíza Débora Roberta Pain Caldas. Altair Faustino (Polaco), homicida confesso de João Zimmermann e Mônica Isolan, em uma chácara nas proximidades de Sorriso, além de uma mulher conhecida como Isadora (nome fictício), também foram denunciados pelos crimes.

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Por outro lado, Adomires Soares Sampaio (Mandioca), ex-diretor da cadeia, cuja participação é investigada em crimes no município, continua foragido. Fontes informam que as autoridades também apuram o envolvimento de um homem, conhecido por Moreno. As circunstâncias apontam que ele tinha conhecimento dos ‘golpes do seguro’aplicados em Sorriso. Também está foragido, com prisão decretada.

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Conforme Só Notícias já informou, o esquema dos golpes foi descoberto pela polícia a partir das informações de Altair Faustino, na época de sua prisão. Ele revelou detalhes do duplo homicídio de João e Mônica. Disse ter sido contratado por João, para matar a esposa dele (Zimmermann), e, em troca o viúvo ser contemplado com uma apólice, cujo valor exato não foi confirmado, embora cogitado ser R$500 mil. Altair desistiu do serviço, quando, após uma discussão, matou Mônica e João.

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Pouco tempo depois, Altair Faustino Ramalho revelou ter matado também uma mulher conhecida como Isadora (nome fictício), proprietária de um cabaré. Isadora, conforme a polícia, era amante de João Zimmermann, e foi morta a mando dele, porque sabia demais e estaria chantageando-o e também Eliomar Deitos, para receber uma parte do seguro pela morte de Ademir Hoffman, em julho de 2007.

A confissão de Polaco derrubou a versão declarada anteriormente, que Isadora havia sido assassinada por um homem conhecido como ‘Madeira’.

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