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sábado, 7 de novembro de 2026
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Polícia

Sinop: outro acusado de desvio milionário em empresa sinopense é colocado em liberdade

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Foi colocado em liberdade um dos cinco gerentes acusados de integrar uma organização criminosa que causou prejuízos de R$ 15 milhões a uma empresa de Sinop que atua no ramo de fabricação e exportação de metal. Consta no processo que a decisão foi da 2ª Vara Criminal e está em segredo de justiça. O réu, que estava no presídio Osvaldo Florentino Leite, o “Ferrugem”, já foi colocado em liberdade. Ele era representante comercial da empresa em Tangará da Serra.

Além dele, já foram soltos outros suspeitos de envolvimento no crime. Preso no dia 8 de maio pela Polícia Civil, um outro gerente da empresa, Silvio Cézar Borges Modesto, conseguiu, ainda no mês passado, um habeas corpus no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e foi colocado em liberdade. O relator  foi o desembargador Orlando de Almeida Perri, da 1ª Câmara Criminal, e foi concedido por unanimidade.

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Antes, no início de maio, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça determinou a soltura com imposição de medidas cautelares (pagamento de fiança) de Fernando Rodrigues e Marcos da Silva. Ambos também eram gerentes da empresa. Os desembargadores acataram a tese da defesa de que a prisão dos suspeitos não era mais necessária.

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A operação indiciou 22 pessoas nas cidades de Sorriso, Sinop, Alta Floresta, Tangará da Serra e Rondonópolis. A Polícia Civil informou que os suspeitos alvos da Operação Confidere são investigados por crimes como organização criminosa, furto, lavagem de dinheiro, falsa identidade, falsidade ideológica, receptação e sonegação fiscal. Eles já foram inclusive denunciados pelo Ministério Público Estadual.

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As investigações começaram em janeiro deste ano após denúncia da empresa sediada em Sinop, por suspeita de prejuízo avaliado em R$ 15 milhões, de que gerentes de alta confiança do estabelecimento estariam desviando materiais, por meio do cancelamento de notas fiscais, fazendo parecer que o material comercializado não tivesse saído do depósito. A polícia solicitou o sequestro de bens da organização criminosa, na ordem de R$ 7 milhões em móveis e imóveis. Durante as buscas efetuadas na operação Confidere foram apreendidos veículos de luxo, como motocicletas e automóveis. 

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