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sábado, 7 de novembro de 2026
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Polícia

Preso acusado de roubar cooperativa de crédito no Médio Norte

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Um dos autores do roubo à cooperativa do Sicredi, em Nobres, foi preso, esta tarde, em Cuiabá. U.B.S., 29 anos, era monitorado por policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, e foi preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva, ao comparecer ao Fórum da capital.

O inquérito policial do assalto praticado em janeiro deste ano, na modalidade "sapatinho" (quando a família do gerente é feita refém) foi concluído no começo de abril passado pelo delegado chefe do GCCO, Flávio Henrique Stringueta, que indiciou cinco pessoas, entre elas U.B.S., nos crimes de extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha.

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Nas investigações da operação "Sapatinho Nobre" também foram indiciados três pessoas. Eles também estão com prisão preventiva decretada pela Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado, Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra a Administração Pública.

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As apurações do GCCO identificaram H.R.C., como o líder da quadrilha que planejou o assalto, executado na manhã do dia 16 de janeiro. Ele tem mandado de prisão por homicídio cometido em Nobres. Sua mulher também foi indiciada no inquérito policial.

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As reuniões preparatórias aconteceram na residência de P.T.J., que também tem passagem por roubo. Ele dividia uma casa com J.S.B., em Nobres. U.B.S. é o único que não tinha residência fixa na região. Todos estão foragidos.

De acordo com o delegado Flávio Stringueta, desde o início das investigações a Polícia Civil acreditava que os assaltantes eram amadores e possivelmente pessoas da região, pois estavam encapuzados e agiram de modo diferente de outros assaltos na modalidade "sapatinho", iniciando a tomada da família pela manhã e não à noite como na maioria dos casos registrados.

Segundo Stringueta, o bando também teve o azar de esquecer um celular no bolso de uma roupa, deixada dentro do veículo da família abandonado. "Pela agenda foi só cruzar os números que se falaram".

O delegado critica a forma rápida como o dinheiro foi entregue a quadrilha, sem nenhuma orientação da polícia. "Enquanto os bancos pagarem, os gerentes continuarão sendo vítimas desses grupos".

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