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domingo, 8 de novembro de 2026
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Polícia

Polícia sequestra mais de R$ 2 milhões em bens de quadrilha acusada de lavagem de dinheiro em MT

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A Polícia Civil deflagrou, hoje, a segunda fase da Operação Mamom, dando continuidade às investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico. São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, três medidas cautelares diversas da prisão, com monitoramento de tornozeleira eletrônica, sequestro de bens móveis e imóveis. Todas as ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá.

Entre os bens alvos de sequestro estão duas residências avaliadas em aproximadamente R$ 900 mil, um terreno avaliado em R$ 200 mil e dois apartamentos de valor estimado em R$ 500 mil. Também são alvos de sequestro quatro veículos automotores e um semirreboque, totalizando um valor aproximado de R$ 700 mil em bens móveis.

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As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram que o grupo criminoso movimentava valores milionários por meio de contas bancárias, além de manter vínculos financeiros com traficantes da região Nordeste do país. Entre os investigados estão mãe e filho, ambos com antecedentes criminais relacionados ao tráfico de drogas.

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Deflagrada em 24 de junho do ano passado, a primeira fase da operação resultou no cumprimento de 14 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias e sequestro de veículos vinculados aos investigados.

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Segundo o delegado da Denarc, André Rigonato, com o avanço das investigações, os valores rastreados e bloqueados ligados ao grupo criminoso já ultrapassam R$ 13 milhões, evidenciando a estrutura financeira utilizada pelos seus integrantes para ocultar e dissimular recursos provenientes do tráfico de drogas. “Nesta fase, a operação tem como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e promover a descapitalização da organização criminosa, atingindo diretamente o patrimônio obtido por meio das atividades ilícitas”, disse o delegado.

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