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sábado, 7 de novembro de 2026
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Polícia

Polícia Federal prende mais 2 por falso sequestro no Médio Norte

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A Polícia Federal confirmou que, doi outros homens foram presos -um ontem e outro hoje-, suspeitos de participar do crime de extorsão mediante seqüestro da família do tesoureiro (esposa, cunhada e o enteado). O tesoureiro
da agência da Caixa Econômica Federal em Barra do Bugres (Médio Norte) também foi preso ontem. “A PF também investiga a participação de outras pessoas, inclusive da esposa do tesoureiro da Caixa no crime. Nesta hipótese,
ela seria indiciada por formação de quadrilha, falsa comunicação de crime e tentativa de estelionato. Nesse caso, ela deveria ter ciência do plano e concordar com a farsa. Contudo, neste momento, a condição dela nas investigações é de vítima do seqüestro”, informa a assessoria.

A suspeita é que o tesoureiro tenha forjado o seqüestro da esposa. A PF informa que “ele teria planejado o seqüestro da própria família, visando à abertura do cofre da agência e a entrega do dinheiro para uma quadrilha de seqüestradores. Posteriormente, o valor seria dividido entre o próprio e os comparsas. Suspeitando da farsa, a PF representou pela prisão do empregado do banco e os comparsas. O juízo da 7ª Vara Federal em Mato Grosso acatou a solicitação da PF e expediu mandados de prisão temporária contra os três suspeitos. O prazo da prisão expedida é de 30 dias. Nesse prazo, o delegado que preside a investigação deve relatar o inquérito”, acrescenta a assessoria.

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O crime de seqüestro é hediondo, estando entre as penas mais graves da legislação brasileira, com penas que variam de 8 a 30 anos de reclusão, se houver morte da pessoa sequestrada. Neste caso especificamente, há um menor envolvido, então a pena mínima é de 12 anos podendo chegar a 20 anos de reclusão.

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A Polícia reitera que as negociações impediram o pagamento de qualquer resgate e que as vítimas do seqüestro não sofreram qualquer lesão física.

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