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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Polícia confirma que mulher mentiu sobre gravidez e suposto desaparecimento de bebê em MT

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A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso, de Várzea Grande confirmou, esta tarde, após ouvir médicos, enfermeiros,  técnicos em enfermagem, o marido e a mulher, de 23 anos, que denunciou suposto parto forçado e sumiço de criança em hospital, "que ela não estava grávida, quando procurou o atendimento médico",  no último dia 3. A investigada prestou depoimento para a delegada Ana Paula Faria de Campos e também não apresentou exame que comprove que estivsse grávida ano passado.

Durante a oitiva, a mulher confirmou estar consciente quando foi atendida em um hospital, em Várzea Grande, e que também não foi submetida a nenhum procedimento de parto forçado. “Com isso isentamos os hospitais e descartamos possível sequestro ou morte do bebê em hospital”, disse.

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Um exame, do último dia 30 de dezembro, fornecido pelo hospital, com  autorização da paciente, constata que ela não estava grávida. A mulher relatou que, no dia 28 de dezembro, sofreu um forte sangramento e teria saindo uma “bola de sangue”, de cerca de 20 cm. A delegada Ana Paula decidi, para esclarecer eventuais dúvidas, requisitou exame de corpo delito, junto a Coordenadoria de Medicina Legal (CML), de lesão corporal e constatação de parto ou aborto.  

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O casal registrou boletim de ocorrência, na última quarta-feira (4), apresentando versão do desaparecimento do bebê da gravidez de 9 meses. Ela relatou, no boletim de ocorrência, que estava com fortes dores na barriga e, acompanhada do marido ,foi na terça-feira, ao hospital, atendida por médico plantonista, que estava deixando o plantão, mas iniciou o atendimento prescrevendo medicamento e repassando a paciente a outra médica, que teria prescrito outro medicamento e feito atendimento na presença de uma enfermeira e outro funcionário do hospital.

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Ainda conforme o boletim, depois de exame de ultrassom foi constatado que  a mulher não estava grávida, pois não havia batimentos cardíacos da criança, sendo liberada em seguida. Na noite do mesmo dia, por volta das 22 horas, retornou ao hospital, sendo internada e liberada na manhã do dia seguinte. O casal procurou outra unidade hospitalar e teria sido informado que a mulher sofreu um parto forçado, segundo a comunicação feita na Polícia Civil.

A informação é da assessoria da Polícia Civil. Não foi informada qual providência será tomada em relação a mulher e seu esposo.

 

 

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