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sábado, 7 de novembro de 2026
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Polícia

Polícia conclui inquérito e quer prisão preventiva do acusado de matar em MT ex-jogador da seleção de vôlei

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A Polícia Civil informou, há pouco, que o inquérito policial do assassinato do ex-jogador da seleção de vôlei Everton Fagundes Pereira da Conceição, 46 anos, foi concluído e encaminhado ao judiciário com o indiciamento do acusado, Idirlei Alves Pacheco, de 40 anos, pelos crimes de homicídio qualificado por meio cruel e recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima. Os crimes preveem penas que variam de 12 a 30 anos de reclusão.

Everton foi morto com seis tiros, em 11 de julho, a maioria a curta distância, que atingiram as regiões da cabeça, pescoço e costas. A Polícia Civil informa que ficou “demonstrado que o ex-atleta, embora tivesse conhecido o suspeito e sua ex-mulher há pouco tempo passou a manter um contado próximo com eles, passando a ter um relacionamento amoroso com a ex-esposa do investigado, o que seria a motivação do crime”

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As investigações apontaram que o “autor do homicídio era uma pessoa possessiva, ciumenta e não aceitava o término do relacionamento com a ex-companheira, que já havia registrado boletim de ocorrência e solicitado medidas protetivas contra ele semanas antes do crime”.

Com a intenção de matar o ex-jogador, o suspeito Idirlei Alves Pacheco solicitou ajuda dele para guardar um veículo, alegando a intenção de escapar de uma suposta busca e apreensão veicular. No entanto, durante o deslocamento, Everton foi rendido e, sob a mira de uma arma de fogo, conduziu a caminhonete VW/Amarok até se chocar com outro veículo, quando foi atingida por seis disparos de arma de fogo, efetuados pelo homem, que em seguida fugiu do local.

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As investigações também demonstraram que “o suspeito dispensou a arma usada no crime e sonegou o seu aparelho celular e, além disso, após o crime teria ligado para parentes da ex-esposa para intimidar e proferir ameaças. Após ser preso e interrogado, ele confessou a prática do crime, no entanto, negou que a motivação fosse passional alegando supostas extorsões praticadas pela vítima, o que não foi comprovado nas investigações”, informa a assessoria da Polícia Civil.

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O investigado também afirmou que arma usada no crime pertencia à vítima e que teria tomado do ex-atleta enquanto ele conduzia o veículo, com a intenção de se defender, alegando ainda que os disparos ocorreram por causa do acidente de trânsito. Mas a polícia constatou que ficou demonstrado que o acusado tinha arma e costumeiramente andava armado, ao contrário da vítima, que não foi encontrado nenhum elemento que indicasse ser possuidora ou detentora de arma de fogo.

O inquérito fica à disposição do Ministério Público para análise e possível oferecimento de denúncia. Também foi pedida a conversão da prisão temporária em prisão preventiva (tempo indeterminado) para que o investigado continue preso durante a fase processual.

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