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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Polícia aponta filho como mandante da execução de empresário em MT

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A Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), desvendou o homicídio do empresário José Carlos Guimarães, de 67 anos, morto com três tiros, em janeiro passado, em Várzea Grande. O delegado titular da DHPP, Márcio Pieroni, esclareceu que a vítima foi morta a mando de Carlos Renato Gonçalves Guimarães, o “Tato”, 35, filho do empresário. Tato foi detido na manhã da última sexta-feira, e confessou o crime.

Pieroni classificou o homicídio como “brutal e perverso” e que teria sido praticado por ambição. “O filho possuía uma mágoa muito grande do pai. E também alegou que o pai maltratava a mãe. O que levou a isso é muita ambição, obsessão dele (Carlos Renato)”, disse o delegado.

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De acordo com o delegado o crime começou a ser planejamento em novembro passado, quando Carlos Renato procurou o empreiteiro Wedson Rodrigues Feitosa, 26, o “Tampa”, para “agenciar” o crime. O agenciador foi preso na semana passada em São José do Rio Claro e receberia de 10 a 15 vacas como pagamento. Wedson é acusado de planejar o crime e agenciar os pistoleiros junto com Marcos Pacheco Galiano, 30, “Marquinhos”, que está foragido da polícia.

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Marcos receberia R$ 7,5 mil que seria divido com Alex Sandro Alves Moreira, 25, o “Tube”, preso na quinta-feira, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Ele é considerado no caso uma espécie de “subagenciador”. Os dois seriam os responsáveis pela contratação de Jhonatan Soares de Souza, 23, que indicou o pistoleiro Willian Moraes da Silva, 18, o “Zé Pequeno”. Willian é o autor dos três disparos contra a vítima. Jhonatan receberia R$ 2 mil e Willian R$ 3 mil. O pagamento não chegou a ser efetivado.

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Todos estão com mandados de prisão temporária (trinta dias) decretados pela justiça. A polícia localizou também a arma usada no assassinato do empresário, um revólver calibre 38, cano médio, de numeração raspada.

O empresário de uma indústria de calcário foi morto na noite de 29 de janeiro, por volta das 20h30, com três tiros na região do tórax, quando deixava o escritório de um advogado, em Várzea Grande. Um deles chegou a perfurar o talão de cheques que estava no bolso da camisa.

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