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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Delegado descarta possibilidade de fraude em vestibular em MT

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Conclusão preliminar da Polícia Judiciária Civil, nas investigações sobre a possível fraude ocorrida no vestibular da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), realizado nos dias 22 e 23 de junho, foi negativa. O concurso ofertou 54 vagas para o curso de formação de oficiais da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (CFO). As investigações para conclusão do inquérito policial continuam.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rogers Elizandro Jarbas, do Centro Integrado de Segurança e Cidadania de Cáceres, após ouvir pessoalmente os suspeitos na sede da Polinter, em Campo Grande (MS), e da realização de diversas diligências, concluiu que não houve qualquer tipo de fraude no certame. “Tudo não passou de uma história falaciosa, a intenção foi de tumultuar e prejudicar os primeiros colocados no certame”.

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Segundo as investigações, foi montado um diálogo falso entre os primeiros colocados do vestibular em uma página de relacionamento da internet e após copiar informações pessoais e fotográficas dos candidatos, foi criado um texto com linguagem diferente onde foi colocada a venda o gabarito, acionando a hipótese de possível fraude. Ao analisar o histórico escolar dos suspeitos, constatou-se que um deles havia sido aprovado em quinto lugar no Colégio Militar de Campo Grande, curso este que exige estudo e dedicação do aluno. Também identificado prêmios angariados em provas em todo o país.

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Ainda, de acordo com as investigações, todos os envolvidos na suposta fraude eram bons alunos e cursaram escolas militares em Mato Grosso do Sul, indicando a qualidade dos mesmos como candidatos. O conhecimento e preparação para aprovação nas provas eram notórios. “Todos completaram o ensino médio em Escolas Militares e ao término direcionaram os estudos para o vestibular com cursos específicos para as provas referida a área escolhida”, afirma o delegado.

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Quanto ao fato de terem colados uns dos outros, foi descartado de imediato porque todos os suspeitos estavam em salas de aulas diferentes. E opção de realizarem as provas, na cidade de Alto Araguaia, foi por ser a mais próxima de Campo Grande (MS).

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