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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Botelho espera pedido de CPI dos Grampos e diz que agirá de acordo com a vontade da maioria

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (DEM) disse que vai aguardar o pedido de abertura da CPI dos Grampos, que tem a deputada Janaína Riva (MDB) encabeçando a busca por assinaturas, para tomar sua decisão, que será tomada, segundo ele, levando em conta a vontade da maioria e as regras previstas no regimento interno do parlamento. “Se ela tiver o numero suficiente de assinaturas, evidentemente que eu vou ter que instalar. Mas vamos aguardar essa proposta e ver como vão ser as discussões. Não sou nem contra nem a favor, muito pelo contrário. Eu vou acatar o que a maioria decidir aqui dentro, vou agir como presidente e como mediador de acordo com a maioria e com o regimento”, declarou.

Janaína Riva garantiu que já conta com as oito assinaturas necessárias para formalizar o pedido de CPI, mas não revelou os nomes. Segundo ela, a proposta só não foi apresentada na sessão de ontem porque muitos deputados que a apoiam não foram à capital para as três reuniões ordinárias. A parlamentar acrescentou que não vai aceitar que as investigações comecem somente após as eleições, como foi cogitado entre os deputados.

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“Quero deixar claro que não existe nenhum acordo para que essa CPI seja apreciada somente após as eleições. Cada um dos parlamentares aqui tem legitimidade para propor uma CPI e para recolher as assinaturas para que se faça uma séria Comissão Parlamentar de Inquérito para tratarmos desse tema que para mim não é novidade, mas que agora veio à tona a participação direta do governador Pedro Taques, através da confissão do cabo Gerson. O requerimento de abertura da CPI só não está sendo apresentada porque alguns dos colegas que vão assinar não estão presentes na capital, mas semana que vem nós vamos apresentar a CPI. Se os demais colegas quiserem assinar serão bem-vindos, mas nós já temos número suficiente para apresentar”, discursuu, na tribuna.

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Para que a CPI seja aberta, são necessários pelo menos oito assinaturas de deputados.  Janaína já conta com os quatro votos da oposição, que, além dela, é composta por Allan Kardec (PDT), Zeca Viana (PDT) e Valdir Barranco. A emedebista espera conseguir o restante dos votos no bloco independente, que é formado por deputados do MDB, PSB, PSD, PV e até do PSDB.

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