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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Opinião

A história é feita de fatos!

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O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, crava definitivamente seu nome na história do agronegócio brasileiro. Guardada a proporção de momentos, tal como Alison Paulinelli, (que na década de 70 revolucionou a agricultura no Brasil), o ministro Fávaro marca uma nova era para a indústria das proteínas. 

Amparado pelo governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva – desenhado por técnicos da mais alta qualificação, nasce um novo conceito de responsabilidade daqueles que produzem no país.

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Me refiro ao decreto assinado na data de 31 de julho que regulamenta as atividades da indústria implantado o autocontrole. O autocontrole coloca o Brasil em um novo momento no que tange à responsabilidade na produção de proteínas animais.  A velocidade com que se expandiu a indústria nos últimos anos, tanto em seu tamanho quanto em sua modernização, trouxe a necessidade automática de que ela, indústria, também assumisse a responsabilidade pela qualidade de seus produtos.

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Leia tambémO Brasil produz como em 1958

O governo que exerce hoje, uma função muito próxima a de um “tutor”, delega neste momento a autonomia da produção para se ocupar com aspectos muito mais macro e com os produtos em seu estágio final. 

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O aumento da produção no país ocorreu em escala geométrica e o monitoramento não tem mais como ser se não pelo resultado da produção, como ocorre no reto do mundo.

A responsabilidade do Ministério da Agricultura não está apenas em um número limitado de fábricas, mas em centenas de atividades e em milhares de pontos de processamento dispostos dos grandes centros aos mais isolados rincões deste país. No momento em que o governo entrega a responsabilidade da qualidade àqueles que produzem tomando para si a fiscalização e o monitoramento do produto, o governo alivia seu próprio peso ganhando tempo, agilidade e amplitude em sua ação. O olhar sai de dentro de pouquíssimas quatro paredes para um universo que abrange a produção nacional. 

Na outra ponta, em uma sociedade moderna e informatizada, não há mais espaço para “espertalhões” ousarem manobras contra o consumidor. O mercado hoje estratifica muito rapidamente o bom do ruim, o puro do impuro, o certo do errado. 

Precisamos apostar na evolução e na modernização dos processos e da sociedade.

O governo e o ministro Fávaro sinalizaram de modo muito positivo ao avalizarem este novo conceito de responsabilidade na produção nacional.

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