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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Esportes

Clássico baiano termina com nove expulsões e decisão no tribunal

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O clima quente dento de campo foi a tônica do clássico entre Vitória e Bahia desde os primeiros minutos. Em uma partida muito brigada e encerrada com nove expulsões, o resultado era de 1 a 1 e a decisão final deve ser definida no tribunal. O momento capital do jogo, porém, não foi nenhum lance de efeito ou um belo tento. Após o gol de empate do Bahia, teve início uma verdadeira confusão generalizada promovida pela comemoração de Vinícius dançando. Ao todo, sete atletas acabaram expulsos por conta da briga e mais dois posteriormente.

Dentro de campo, o Bahia começou melhor apostando na marcação alta. Depois de um período mais equilibrado, o Vitória abriu o placar aos 33 minutos. O lance mais perigoso do visitante no primeiro tempo foi o gol perdido por Edigar Junio, que isolou sozinho a bola dentro da área. No segundo tempo, os comandados de Guto Ferreira empataram logo no início, de pênalti, deram início a uma confusão e o jogo acabou com nove jogadores expulsos.

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Digno do clássico Ba-Vi, a partida começou eletrizante e com lances ríspidos desde o primeiro minuto, com cartão amarelo para Bruno Bispo por reclamação após a marcação de falta. Mais intenso em campo, o Bahia criava as melhores chances roubando a bola na pressão da saída de bola do rival.

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A primeira chance clara de gol da partida foi da equipe comandada por Guto Ferreira. Após cobrança de falta desviada na defesa do Vitória, a bola sobrou para Kayke, que testou obrigando boa defesa de Fernando Miguel. A resposta dos donos da casa veio aos 15 minutos. Kanu aproveitou a ligação direta do goleiro e bateu em cima de Douglas. No rebote, Neílton pegou de três dedos, mas mandou para fora.

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Após a parada técnica, o Vitória voltou melhor e conseguiu concretizar o bom momento abrindo o placar aos 33 minutos. Depois de dividir do alto, Neílton deixou a bola para Rhayner, que tocou para Denílson. Na primeira conclusão, o atacante parou em Douglas, mas na segunda conseguiu balançar as redes. Na tentativa de conter o ímpeto ofensivo após sofrer o gol, o Bahia criava com muita cautela suas jogadas ofensivas. Aos 43 minutos, na melhor chance do Esquadrão de Aço, Edigar Junio, sozinho, isolou o chute.

A tônica do segundo tempo repetiu a do primeiro. Melhor no início, o Bahia conseguiu superar a forte marcação do Vitória e teve um pênalti marcado logo aos três minutos, após toque na mão de Uillian Corrêa. Na cobrança, Vinícius deixou tudo igual no Barradão.

A comemoração do gol de empate deu início a uma verdadeira confusão generalizada no Barradão. Após converter o pênalti e dançar, Vinícius foi agredido por diversos jogadores, que começaram uma briga com diversos personagens. Ao todo, sete atletas foram expulsos, sendo quatro do Bahia (Edson, Rodrigo Becão, Vinícius e Lucas Fonseca) e três do vitória (Kanu, Denílson e Rhayner).

A confusão não deu trégua após as expulsões. A partida continuou violenta e com as expulsões de Uillian Correia e Bruno Bispo, o jogo foi encerrado por falta de quórum. A decisão sobre o resultado final da partida será definido no tribunal, mas existe a possibilidade do Bahia sair como vitorioso, já que o Vitória teve o maior número de atletas expulsos que culminaram no fim da partida.

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