Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Educação

Tribunal de Justiça declara ilegal greve em creches de Sinop

Compartilhe Facebook X Texto

O Tribunal de Justiça declarou, hoje, ilegal a greve na Educação Infantil em Sinop e Reserva do Cabaçal. A assessoria informou que a decisão não foi só por descumprimento dos requisitos legais do movimento grevista como manutenção mínima das atividades, mas por considerar a área como de serviço essencial.
 
O sindicato da categoria alega que a Educação não está contemplada na categoria de serviço público essencial por existir a possibilidade de reposição das aulas perdidas. Acontece que há entendimentos em tribunais superiores que reconhecem a essencialidade do serviço igualando-o à saúde e à segurança, principalmente em se tratando de creches. Este é o pensamento da maioria dos desembargadores.
 
“O direito à educação constitui serviço público essencial e contínuo, embora não esteja no rol daqueles previstos no art. 10, da Lei nº 7.783/89”, ponderou o desembargador Adilson Polegato de Freitas ao declarar a greve ilegal em Sinop. No recurso o Sintep tentava anular liminar que determinou a volta ao trabalho de 30% dos técnicos administrativos educacionais de cada unidade escolar, no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. O relator e a maioria dos demais pares mantiveram a liminar.
 
“Admitir sua interrupção total vai de encontro à garantia constitucional do ensino público regular e coloca em risco a qualidade da educação, podendo acarretar prejuízos irreparáveis do município e da sociedade, notadamente os alunos em fase de aprendizado”, frisou Polegato.

“Considero sim o serviço como essencial, porque a greve atingiu as creches e muitas mães não puderam ir trabalhar”, frisou a desembargadora Clarice Claudino da Silva declarando a greve ilegal em Reserva do Cabaçal.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Conforme Só Notícias já informou, a greve dos técnicos administrativos da rede municipal de Educação em Sinop começou segunda-feira (10) e paralisou as atividades no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) União, na área central da cidade, e o CMEI Santo Antônio, no bairro Jardim Botânico. Atualmente, são 172 profissionais que atuam como secretários e agentes de pátio nas escolas e como Técnicos de Desenvolvimento Infantil (TDIs) nas creches. A quantidade exata de colaboradores que cruzaram os braços não foi divulgada, mas a estimativa é que possa ser mais de 50%. A principal reivindicação da categorial é uma reparação salarial de 17,45%. Não foi confirmado quantas crianças deixaram de ser atendidas nas duas unidades.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPrograma de intercâmbio do governo de MT leva estudantes da rede estadual à Inglaterra

No ano passado, os profissionais estiveram com as atividades suspensas do dia 18 de novembro ao dia 20 de dezembro, com a mesma reivindicação de aumento salarial, entre outros anseios.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Educação

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé