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sábado, 7 de novembro de 2026
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Educação

Professores fazem greve em 3 cidades; em Sinop técnicos das escolas continuam parados

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Mesmo com decisões judiciais contrárias, professores e funcionários da Educação de quatro municípios seguem em greve por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, os profissionais das redes municipais, que estão paralisados irão ingressar com recurso para reverter as decisões.

O último município a suspender as atividades foi Nova Olímpia, ontem. Os trabalhadores lutam pelo pagamento do piso nacional da categoria, que é de R$ 1.697,37. Hoje os educadores recebem R$ 1.273,04.

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Mesmo com a adesão de 80% da categoria, a prefeitura não aceita o estudo e continua a adiar a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) por mais de três anos em acordos que já haviam sido afirmados. Primeira cidade a ter as aulas suspensas, em 3 de fevereiro, Colíder segue sem nenhuma perspectiva de retorno aos trabalhos. Os servidores, que cobram a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), alegam que a decisão da prefeitura em ingressar na Justiça ocorreu sem que nenhuma rodada de negociação fosse realizada.

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Já em Sinop, técnicos administrativos paralisaram as atividades para lutar pelo aumento prometido pela prefeitura. Os trabalhadores reivindicam reajuste para sanar a defasagem salarial desses profissionais em relação aos apoios administrativos.

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Os professores municipais de Várzea Grande também começaram greve no último dia 17 de fevereiro. Um dia depois o Tribunal de Justiça decretou a ilegalidade. A prefeitura nem chegou a se manifestar junto à categoria. De acordo com o Presidente do Sindicato, Henrique Lopes do Nascimento, nos casos em que houve intervenção da Justiça através da liminar judicial o Sintep   irá entrar com pedido de agravo da decisão monocrática. “Os trabalhadores vão continuar a recorrer à luta política para garantir o cumprimento dos direitos, mesmo que haja repressão”.

“Não foi nenhuma surpresa para nós a judicialização das greves nas redes municipais. O Tribunal de Justiça não tem arbitrado em favor dos trabalhadores, o que aponta que “a categoria tem mantido seu posicionamento, em busca do cumprimento da legislação nacional. Iremos recorrer dessas decisões arbitrárias, que vão contra os direitos dos trabalhadores”, afirmou o secretário de redes municipais do Sintep/MT, Alex Ferreira da Cruz.

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