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sábado, 7 de novembro de 2026
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Educação

Prefeitura faz novo apelo para que professores voltem às salas de aula em Cuiabá

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A prefeitura reiterou, hoje, o apelo aos profissionais da educação para a imediata retomada das aulas, em respeito ao bom diálogo existente com a categoria, por meio do seu sindicato (Sintep-Cuiabá) e, principalmente, aos alunos da rede municipal que estão sem aula desde o último dia 1º deste mês. De acordo com o secretário de Educação do município, Gilberto Figueiredo, “a greve não se justifica porque nunca suspendemos o diálogo, além de termos atendido a todas as reivindicações dos profissionais da educação, além das nossas possibilidades”.

Na pauta de reivindicações os profissionais de educação, que já tiveram 9,31% de reposição das perdas inflacionárias, pagos a partir da folha de julho passado, reivindicaram 3% de ganho real. A prefeitura ofereceu 2.3% de ganho real, a serem pagos a partir de janeiro de 2016. Embora o Sindicato tenha concordado e defendido a proposta, a categoria a recusou durante assembleia.

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“Nossa avaliação que os profissionais da educação tiveram ganhos na negociação, por isso não entendemos a razão da greve e nem podemos concordar com a paralisação, que não prejudica a prefeitura, mas sim os alunos e as famílias dos alunos”, afirmou o secretário de Governo e Comunicação, Kleber Lima.

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Figueiredo também frisou que sua expectativa é que nova assembleia da categoria, convocada para a tarde desta terça, decida suspender o movimento grevista, já que a Assembleia Geral não pode deliberar sobre a continuidade de uma greve declarada ilegal pela Justiça.  De acordo com ele, além de duas decisões judiciais declarando a greve ilegal, a adesão ao movimento caiu bastante nesta semana

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Segundo levantamento feito pela Secretaria Municipal de Educação, das 151 unidades escolares do município, 111 funcionaram normalmente nesta terça. “Temos uma adesão pequena, mas é importante que todas as unidades funcionem para não prejudicar os alunos e também possibilitar nosso planejamento para a reposição das aulas relativas aos dias em que os profissionais ficaram parados. Temos que planejar a rede como um todo, por isso a importância de todas as unidades voltarem a funcionar o mais rápido possível”, argumenta Gilberto Figueiredo.

Já o procurador geral do município, Rogério Gallo, observa que caso a greve continue, a prefeitura será obrigada a tomar medidas administrativas em relação aos profissionais que desrespeitarem a decisão judicial que julgou a greve ilegal. “É uma situação que gostaríamos de evitar, mas não podemos desobedecer à decisão da justiça. Decisão judicial deve ser cumprida enquanto prevalecer”.

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