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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Educação

Nogueira tenta se eleger reitor da UFMT pela 2ª vez

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Uma universidade amplamente democrática e com compromisso com o crescimento do estado de Mato Grosso. Estes são os pilares da proposta do professor doutor em Engenharia Elétrica, Fernando Nogueira, candidato a reitor da Universidade Federal do Estado de Mato Grosso. A candidatura dele já está registrada. Nogueira tem como companheira de chapa a professora Marta Maria Pontin Darsie, da área da Educação.

Ele está na universidade desde 1978. Chegou em Mato Grosso por um convite do então reitor Gabriel Novis Neves para ajudar na criação do curso de Engenharia Elétrica. Em 1996, disputou e venceu a eleição para reitoria. A frente da universidade entre 96 e 2000, Nogueira trabalhou pelo fortalecimento dos cursos, investindo na melhora estrutural da UFMT, tanto física quanto pessoal. Segundo o professor doutor, mesmo em uma fase de poucos recursos, sua passagem no comando da UFMT ficou marcada por aproximar a academia da comunidade mato-grossense, sempre proporcionando debates aprofundados sobre as decisões que envolviam o futuro da instituição.

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É justamente esse sentimento que levou Fernando Nogueira a aceitar o novo desafio de disputar uma eleição neste ano. "Eu sempre acreditei e hoje tenho convicção de que a universidade precisa ser humanizada. Temos que continuar formando pessoas para o estado, para o País, mundo, mas temos que ter o foco na relação com a sociedade onde estamos inseridos. Mais uma vez nossa proposta é fazer uma universidade com compromisso social estratégico", pontuou o candidato a reitor.

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Para Nogueira, nos últimos anos, uma dos principais problemas na condução da universidade é a falta de debate dentro e fora da comunidade acadêmica sobre as decisões importantes da instituição. O professor lamentou, por exemplo, a maneira como foi conduzida a mudança no sistema de vestibular da UFMT, que hoje tem 100% das vagas oriundas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Sempre fui um gestor que preza pela participação. Minha chapa se chamava universidade participativa, um compromisso social. Quanto mais ouvir menor a chance de errar. Como reitor eu possibilitei que o debate fosse feito em todas as instâncias da academia. Posso ganhar, posso perder, mas fico com a segurança que o que foi escolhido era o desejo da maioria", disse.

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O professor mostra preocupação com a implantação dos novos cursos, especialmente pela falta de investimento em professores e estrutura para sustentar os primeiros anos. Ele comenta o caso do município de Barra do Garças, onde alguns cursos novos estão sendo criados, porém, sem que antigos cursos estejam bem assegurados.

 

 

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