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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Educação

Mesmo com cortes no salários profissionais da Educação manterão greve

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O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) informou, há pouco que, a decisão do governo do Estado em cortar o ponto dos professores em greve, não vai encerrar o movimento grevista. O presidente do sindicato, Henrique Lopes do Nascimento, classificou a medida adotada pelo governo como “truculenta, autoritária” e para intimidar os profissionais.

De acordo com Nascimento, o movimento só será encerrado se todos os profissionais concordarem com o fim do protesto em assembleia da categoria. Uma nova reunião para discutir os rumos da paralisação dos profissionais acontecerá na sexta-feira (4).

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Conforme Só Notícias já informou, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) emitiu nota, ontem à tarde, afirmando que a partir de hoje os professores grevistas teriam os salários cortados para cada dia não trabalhado. A greve está se encaminhando para dois meses. O governo do Estado conseguiu algumas decisões favoráveis para que os professores voltassem ao trabalho. No entanto, nenhuma delas foi cumprida.

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Em nota, o governo estadual aponta que “vários acordos foram propostos aos profissionais da Educação. No entanto, eles não cederam e insistem na greve. Sendo assim, o Governo do Estado, além de lamentar, comunica que esgotou suas possibilidades de negociação. O governo cedeu tudo o que pôde”. O governo expôs que os “profissionais da Educação de Mato Grosso recebem o quarto melhor piso salarial do Brasil e já concedeu reajuste salarial de 49,44% para a categoria, o que significa 25,89% de ganho real”.

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Para encerrar a greve, foi encaminhada proposta de aumento escalonado, a partir do ano que vem. Mas o Sintep quer que a primeira parcela do reajuste seja concedida este ano. O Estado não aceitou e manteve a proposta Com isso, fica mantida a proposta de reajuste salarial de 5% acima da inflação no próximo ano, seguido de 6% em maio de 2015, e até 2016, a categoria receberia 7,69%. Os professores almejam a implantação do reajuste salarial ainda este ano.

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