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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Educação

Escolas de Sinop aderem à paralisação nacional

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A greve nacional da educação, que começa hoje e encerra na sexta-feira (16), também está sendo aderida pelas unidades sinopenses. Na rede estadual, hoje os trabalhos são voltados para conscientizações envolvendo alunos e responsáveis, sobre o movimento, que tem como objetivo denunciar os Estados e municípios que não cumprem a Lei do Piso e, também, defender o aumento no investimento público na rede educacional, com previsão de 10% do Produto Interno Bruto no Plano Nacional de Educação (PNE).

Apesar do dia ser de conscientização, de acordo com o assessor pedagógico Paulo Sérgio da Silva, as escolas Rene Menezes, Nilza Pipino, Nossa Senhora de Lourdes, Edeli Mantovani, Rosa dos Ventos, Nossa Senhora da Glória, Ceja Benedito Silva Freire e Zeni Vieira decidiram parar atividades hoje. Algumas definiram reuniões explicativas aos pais e alunos. Amanhã, as 14 escolas estaduais deverão estar paralisadas e os profissionais participarão de passeata, a partir das 8h, saindo da assessoria e seguindo até a Secretaria de Educação, na avenida das Embaúbas, no centro.

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Na rede municipal, de acordo com assessoria de imprensa da prefeitura, a adesão ficou a critério de cada unidade. O levantamento feito pela Secretaria de Educação aponta que duas creches param por dois dias e, as demais, aderem integralmente. As duas escolas instaladas na Gleba Mercedes e a Basiliano Ramos terão atividades normais durante este período. Seis escolas param os três dias, outras seis param por dois dias e duas param apenas um.

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Leia tambémPrograma de intercâmbio do governo de MT leva estudantes da rede estadual à Inglaterra

Conforme Só Notícias informou, um levantamento feito com sindicatos apontou que 17 estados não pagam o piso de R$ 1.451 mil. Mato Grosso não está na lista, porém, de acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público do Estado (Sintep), Gilmar Soares, o governo não cumpre o piso conforme a legislação, pagando o valor que, segundo a categoria, seria referente a jornada de 30h, para uma carga horária de 40 semanais.

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Uma programação de ações por Estado foi disponibilizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e, em Mato Grosso, ficou definido da seguinte maneira:

Hoje – mobilização interna nas escolas com debates sobre o piso, carreira e 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no Plano Nacional de Educação (PNE).

Amanhã – realização de atos públicos para as duas redes (estadual e municipal), audiências na câmara de vereadores, caminhadas, panfletagens, atos em frente às repartições públicas municipais.

Sexta-feira – ato público em Cuiabá, em frente à AMM com participação de caravanas.
Em Cuiabá:

Hoje – mobilização nas escolas

Amanhã – às 14h30 haverá aula pública e panfletagem na Praça Alencastro.
Sexta-feira – às 14h30 está programado um ato público em frente à Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

Em Várzea Grande 

Hoje – grande mobilização, nesta manhã, na Câmara de Vereadores em defesa do cumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), com o slogan “Piso é lei, a greve é legal”. Escolas ficam com atividades paradas até sexta.

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