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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Vendas pela internet em Mato Grosso crescem 56%

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As vendas pela internet em Mato Grosso cresceram 56% em 2007 na comparação com o ano anterior. No ano passado as compras no comércio eletrônico realizadas pelos consumidores do Estado totalizaram R$ 103 milhões contra R$ 66 milhões durante os 12 meses de 2006. No país, as vendas eletrônicas resultaram em um faturamento de R$ 6,3 bilhões o que equivale a uma alta de 43,1% sobre o montante negociado no ano anterior, quando somou R$ 4,4 bilhões.

Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela empresa de pesquisa e marketing on-line E-bit, e indicam que a participação mato-grossense no e-commerce brasileiro passou de 1,5% no bolo total do país em 2006 para 1,63% no ano passado. Entre os produtos mais adquiridos pelo meio estão livros, DVDs, CDs, eletroeletrônicos, portáteis, equipamentos de informática. O crescimento verificado em Mato Grosso na variação anual é resultado de maior acesso à informática e internet por parte dos consumidores, já que em cidades do interior onde já demanda mais não existem shoppings, por exemplo. E a tendência é que anualmente a receita resultante do comércio pela rede mundial de computadores aumente ainda mais.

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Para o presidente em exercício da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Hermes Martins, o aumento gradativo de consumidores que aderem às compras eletrônicas é fato e o comércio varejista físico deve estar atento às mudanças do mercado. Ele avalia que a procura pelas compras na internet oferecem comodidade e facilidades para o consumidores que na frente de um computador, em casa ou no trabalho, pode comprar qualquer produto em uma variedade de lojas, que oferecem os mais diversos produtos.

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Na análise de Martins, o ponto negativo do comércio eletrônico é na arrecadação dos impostos, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o Estado, e também reflete na geração de emprego e renda, já que não existe um vendedor para intermediar a compra. “Estas lojas eletrônicas estão concentradas no eixo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Mas não podemos deixar de considerar que este é um dos efeitos da globalização”. O presidente da entidade afirma ainda que, em uma negociação problemática, como produto com defeito, a reclamação fica difícil e mais complicada para ser solucionada.

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