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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Número de famílias inadimplentes atinge menor nível desde 2015 em Cuiabá

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A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), com referência ao mês passado, apresentou percentual de 9,5% para as famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes. A última vez que uma taxa menor foi registrada foi em junho de 2015, quando apenas 5,6% delas se encontravam nesta condição. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e foram divulgados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio), ontem.

A pesquisa revelou também recuo no comparativo mensal para as famílias endividadas, ou seja, que possuem contas ou dívidas contraídas de forma parcelada (de 63,3% para 63,1%). No entanto, o índice é maior se comparado com dezembro de 2018, quando 59,6% das famílias na capital se encontravam endividadas. O uso do cartão de crédito é o principal tipo de dívida das famílias (74%), em seguida aparece os carnês (33,6%) e, em terceiro, o financiamento de carros, que saltou de 4,5 % em dezembro de 2018 para 6,1% em dezembro passado.

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Ainda sobre o número de famílias inadimplentes, a pesquisa atual também mostrou retração na variação mensal para aquelas que declararam possuir contas ou dívidas em atraso (de 26,3% para 25,1%). Em dezembro de 2018, o percentual estava em 30,5%. Notou-se ainda retração na quantidade de dias que essas contas permanecem atrasadas, saindo de 78,6 dias em dezembro de 2018 para 69 dias no mesmo mês de 2019.

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Assim como ocorre em nível nacional, a Fecomércio  observou que o resultado atual mostra que as famílias têm contraído dívidas com responsabilidade e compatível com a renda das famílias. O aumento do endividamento está relacionado à melhora recente do mercado de trabalho, a disponibilidade de acesso ao crédito pelas famílias e ao menor patamar histórico das taxas de juros.

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A última pesquisa de 2019 também trouxe queda mensal no indicador que monitora a parcela da renda comprometida com dívidas das famílias (de 20,9% para 17,4%). Ainda assim, houve aumento em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o indicador registrava 14,8% da renda familiar comprometido com dívidas. As informações são da assessoria.

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