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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Madeireiros temem que decreto prejudique planos de manejo

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Entidades do setor madeireiro são contra a atitude que o Governo Federal publicou no Decreto 6321, a fim de prevenir o desmatamento ilegal. Para o Sindusmad, Sindicato das Industrias Madeireiras do Norte do Estado, essa medida generaliza os bons e mals empresários do setor. Diferente do informado anteriormente, o decreto não está impedindo novos planos de manejo para as madeireiras retirarem as árvores próprias para serem usadas na construção civil, móveis e muitos outro setores.

O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, alegou que o setor pode sofrer uma nova estagnação, porque Alta Floresta, Marcelândia, Juína e Juara, de onde sai considerável quantidade de toras, foram
inseridas na lista de desmatadores do Ministério do Meio Ambiente. “A única forma de combater o desmatamento é com planos de manejo, que autoriza a exploração seletiva,podendo haver uma escassez na liberação”, detalhou, ao Só Notícias.
Segundo José Eduardo, o sindicato está trabalhando para que este decreto nao influencie na aprovação dos planos de manejo. Deixando claro a desaprovação do sindicato aos que trabalham na ilegalidade.

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Na semana passada, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esteve em Sinop e cobrou o comprometimento do segmento em combater o desmate ilegal. Também foi enfática em afirmar que o decreto continuará valendo em toda essa região.
Alta Floresta, por exemplo, está entre os 10 maiores produtores de madeira do Estado.

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Os dados do INPE continuam sendo questionados pelo governo estadual que apontou “erro”de 88% no total de desmatamentos apontados pelo instituto, que teriam ocorrido em Marcelândia, por exemplo, nos últimos meses de 2007.

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