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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Madeireiras insistem em acabar com duplicação na classificação em MT

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A duplicidade de atribuições e as constantes divergências na classificação dos produtos florestais pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (INDEA) foi um dos temas discutidos na reunião do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM), na sede da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT). O setor madeireiro vem tentando, há anos, mostrar ao governo a necessidade de uma unificação na classificação, sem muitos resultados. No dia 24 de julho o governador chegou a aprovar o decreto 1.472 unificando a classificação da madeira no Estado após reunião com os presidentes do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (SINDUSMAD), José Eduardo Pinto, e do CIPEM, Jaldes Langer, mas o decreto não é reconhecido pelo INDEA.

“O setor está elaborando e embasando uma proposta para que a classificação seja feita apenas pela SEMA, já que esta é a responsável pela classificação na aprovação e fiscalização do manejo florestal”, diz José Eduardo Pinto.

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Ele acrescenta as indústrias madeireiras trabalham cercadas por uma teia burocrática devido a entraves tributários e ambientais, contudo vem cumprindo seu papel, porém esbarra constantemente em entraves como estes gerados pelo desentendimento entre os órgãos.

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A discussão no setor se deve ao fato de que a SEMA classifica a madeira no manejo e quando os caminhões carregados passam pelas barreiras do INDEA e, quando não há entendimento sobre a nomenclatura, a carga é apreendida com a justificativa de que a classificação disposta na documentação não é compatível com a carga que já havia sido classificada pela SEMA. “Este é o único Estado que faz a classificação nas barreiras pelo órgão estadual e que fortalece a burocracia que emperra o desenvolvimento econômico e desmotiva o empresário a continuar com o seu trabalho”, diz José Eduardo.

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