Líderes do Amapá apontam em MT vantagens para escoar safra via porto
Com a proposta de ser uma alternativa para o escoamento da safra de grãos já para 2014/15 – uma comitiva do Amapá traçou estratégias para consolidar a parceria que tem como diferencial o Porto de Santana, localizado 18 km de Macapá, capital do Estado. O grupo composto por autoridades e empresários do Amapá esteve durante dois dias em agenda extensa em Rondonópolis e Cuiabá e voltam com a proposta de realizar um seminário previsto para novembro deste ano, no Porto de Santana. Na ocasião, os representantes de Mato Grosso de entidades ligadas a produção agrícola, governo do Estado e demais autoridades poderão conhecer in loco a situação que se encontra hoje o Porto que começa o ano que vem a ter movimentação de grãos.
A deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP), explica que há anos vem trabalhando para fortalecer a parceria entre Mato Grosso e o Amapá e numa ocasião junto com o governo dos dois estados foi se traçado uma breve conversação, mas que agora passa a se tornar realidade. “O escoamento de Mato Grosso é um dos mais caro do país. Num futuro breve não tenho dúvida de uma redução de cerca de 30% do custo considerando o Porto de Santana como uma opção”, define a deputada Fátima.
Já para o diretor executivo da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso – Famato – Seneri Paludo, há cerca de dois anos através de estudos de logísticas já se conta com o Porto de Santana como opção de escoamento da safra do Estado. “Hoje Mato Grosso tem 90 milhões de hectares, cerca de 3.2 milhões de habitantes, sendo a produção de soja 2013/2014 chegou a 25 milhões de toneladas, terem novas opções para escoar é de suma importância”, disse ele.

Para o presidente do Porto de Santana, Edivaldo Tork é preciso unir o útil ao agradável. “Ter Mato Grosso como referência de escoamento em nosso Porto é o nosso principal diferencial. Precisamos gerar emprego e renda na região, mas para que isso ocorra precisamos dar demanda de serviço – o que estamos buscando de Mato Grosso”, esclarece Edivaldo.
A deputada Teté Bezerra (PMDB), interlocutora da equipe ressalta que hoje o importante é encontrar opções que torne o custo de escoar a produção menos onerosa e com a proposta em médio prazo reduzir em até 30% já é mais que um bom motivo. “É com essa premissa que precisamos consolidar esta parceria e outras possíveis de serem realizadas. Vamos nos empenhar para encontrar novas opções que sejam justas e menos onerosas”, completa a deputada.
(foto: assessoria/arquivo)








