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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Economia

Indústria de castanha-do-Pará de Sinop quer ampliar produção

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A fábrica de castanhas-do-Pará, localizada no Camping Club, em Sinop, quer ampliar sua produção e passar a exportar seu produto a partir do mês que vem. O deputado Estadual Dilceu Dal’Bosco (PFL) recebeu pedido dos empresários para que auxiliasse na liberação de financiamentos como o Fundo do Centro Oeste (FCO), do Banco do Brasil e do Programa de Financiamento Industrial.

Dal’Bosco se comprometeu em trazer até a indústria os secretários estaduais de Indústria Comércio e Turismo e Desenvolvimento Rural para que possam analisar que tipo de incentivos possam dar à empresa. Também entrará em contato com prefeitos das cidades de Cláudia e Itaúba para que conheçam a indústria e possam fornecer a matéria-prima, rica nestas localidades.

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A cerca de 1 ano e meio na região, os cariocas Henrique Pimentel e Sérgio Elyas geram hoje 230 empregos, sendo que para o próximo mês, serão contratados mais 150 funcionários. De acordo com Henrique, a matéria-prima vem de toda a região Norte e são produzidas cerca de 35 toneladas mensalmente. “Nossa meta para fevereiro é de 55 toneladas”, frisou.

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Henrique destacou ainda que a castanha não sofre nenhum tipo de processo químico. “Ela é quebrada no mato, no qual se toma todo o cuidado para que ela não sofra nenhum tipo de contaminação. Aqui ela primeiramente sofre um processo de amolecimento para ser quebrada mais facilmente, depois é selecionada, pesada e embalada a vácuo”.

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A castanha produzida em Sinop é vendida para 60 empresas do Brasil e a partir deste mês, também exportada. Henrique conta que os funcionários que trabalham que quebra das castanhas recebem incentivos pela produção, que pode chegar até o dobro do salário-mínimo que recebem e aqueles que não faltam ao trabalho, recebem uma cesta básica.

A funcionária Marines Rohn é a campeã de produtividade, chegando a quebrar 22 quilos de castanhas por dia, trabalhando atualmente 8 horas. O empresário conta que será mudada a carga horária, passando de 8 para 6 horas diárias, promovendo assim dois turnos. Das 6h às 12h e das 12h30min às 18h30min. O gerente de produção da “Rio Negro Produtos Naturais” é Eraldo Sérgio Catharino.

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