Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Economia

Governo Lula defende CPMF permanente de 10 a 15 anos

Compartilhe Facebook X Texto

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu nesta terça-feira que Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) deixe de ser temporária e se torne permanente.

Além disso, ele propôs que a redução da alíquota de 0,38% para 0,08% seja feita “entre 10 e 15 anos”, vinculada a um plano de longo prazo de diminuição das despesas correntes do governo (gastos para manter a máquina, fora investimento).

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Segundo o governo, não há condições de abrir mão dos R$ 32 bilhões arrecadados com a CPMF de forma imediata.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

Bernardo justificou que esse seria um sinal positivo de controle fiscal, “para alavancar de vez” o crescimento do país. Ele lembrou que a prorrogação da CPMF acaba em dezembro de 2007.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Ele fez as propostas durante audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

“É preciso esforço para reduzir a carga tributária, e todos concordam com isso” , disse o ministro. “Mas não dá para ser da noite para o dia” , completou. “Com redução de despesas fiscais, dá para abrir mão de uns R$ 20 bilhões dessa receita, sem precisar criar outro imposto em substituição à CPMF”, completou.

Ele justificou que um prazo de dez anos, “no mínimo”, para a redução gradativa dessa alíquota “seria razoável para conciliar a diminuição nos gastos, o que caberia nos próximos dois mandatos de governo”.

Bernardo afirmou ser essa a sua posição como ministro do Planejamento, pois o Palácio do Planalto ainda não tem uma posição fechada sobre a prorrogação da CPMF. Mas ele defendeu que essa é uma discussão que precisa ser iniciada no Congresso “ainda neste ano”.

O ministro lembrou que também a Desvinculação de Receitas da União (DRU) deixa de vigorar no fim de 2007. Sua proposta é de elevar dos 20% atuais, para “25% ou 30%” da receita de todos os tributos, o que forma uma fonte de recursos que o governo federal pode aplicar livremente.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Economia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé