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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Energia elétrica ficará 13% mais cara em Mato Grosso

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Consumidores de Mato Grosso pagarão 13,18% mais caro pela energia elétrica a partir do dia 8 de abril. A alta é decorrente de reajuste anual concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) às Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat), do Grupo Rede. O percentual corresponde exatamente ao que a concessionária havia pedido para a readequação de preço. A variação é a terceira maior do país, atrás apenas de Mato Grosso do Sul, onde a alta será de 17,56%, e do Rio Grande do Sul, cuja majoração será de 13,97%. Mato Grosso possui 1,04 milhão de usuários.

Em Mato Grosso, o preço do quilowatt/hora (kW/h) passará de R$ 0,364 para R$ 0,411. Em 2010, a Aneel negou o reajuste de 9,92% solicitado pela distribuidora que atende o Estado e determinou uma redução de 2,55%. De acordo com as informações divulgadas pela Aneel, o reajuste anual é um dos 3 mecanismos de atualização das tarifas previstos nos contratos assinados entre as empresas e a União com objetivo de manter o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. Os outros são a Revisão Tarifária Periódica (RTP) e a Revisão Extraordinária.

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Segundo a agência, que regula o sistema energético no país, essas metodologias são aplicadas para permitir que a tarifa seja justa aos consumidores e suficiente para cobrir custos do serviço com nível de qualidade estabelecido pela Aneel. Além disso, deve remunerar os investimentos reconhecidamente necessários, estimular o aumento da eficiência e da qualidade dos serviços prestados pela concessionária e garantir atendimento abrangente ao mercado, sem distinção geográfica ou de renda.

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A conta de energia de uma família de classe média de 4 adultos, que em fevereiro consumiu 546 kW/h e pagou pelo consumo R$ 198,74, sem calcular os impostos e tarifas de iluminação pública, passará a R$ 224,40. A alta neste caso foi de 12,9%. A pequena variação se dá porque os índices utilizados são aproximados.

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Os serviços de energia elétrica estão entre os mais reclamados no Procon. Em 2010, juntamente com os outros serviços, de telefonia e abastecimento de água, foram 3,685 mil registros no órgão Estadual.

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