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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Emissão de certidão de débito aumenta 42% nos primeiros meses em Mato Grosso

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A emissão de certidões negativas de débito aumentou 42% em 2020, conforme levantamento da Procuradoria Geral do Estado (PGE). O documento gerado de forma integrada pela Procuradoria e Secretaria de Fazenda (Sefaz) assegura a regularidade fiscal ou cadastral do contribuinte. De janeiro a maio de 2019, foram emitidas 3.703 mil certidões. Já em 2020, neste mesmo período foram solicitadas 5.268 mil.

A Certidão Negativa de Débito (CND) confirma não haver pendências financeiras ou processuais em nome da pessoa física, jurídica ou mesmo de um bem. Para contratação de empréstimo ou financiamento, a apresentação de uma certidão como essa pode ser decisiva.

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A emissão da certidão é feita gratuitamente e fica pronta na hora. Basta entrar no site da Procuradoria Geral do Estado e clicar em “Certidão Dívida Ativa” e selecionar entre as opções: autenticidade, emissão ou reimpressão. O contribuinte que preferir atendimento presencial pode optar por dirigir-se até a sede da Procuradoria, localizada na Avenida República do Líbano, em Cuiabá ou unidades do Ganha Tempo instaladas nos municípios de Mato Grosso.

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“O número de certidões solicitadas nos últimos meses está relacionado a busca pela regularidade fiscal, tendo em vista a manutenção das atividades comerciais ou interesse do contribuinte em fazer empréstimos financeiros para fins específicos”, explicou o subprocurador-geral Fiscal, Jenz Prochnow Junior.

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Em abril, as Certidões do tipo Negativa, Positiva com Efeito de Negativa ou Extraordinária emitidas entre os dias 17 de fevereiro e 31 de maio passaram a ter validade jurídica e tributária até o dia 30 de junho de 2020. A medida é mais uma ação do Executivo para minimizar os impactos sofridos pelos empresários neste período de pandemia.

A postergação do prazo de validade da Certidão Negativa de Débito (CND) e da Certidão Positiva com Efeito Negativa de Débitos (CPEND), incluindo as Extraordinárias, alcança os tributários e não tributários geridos pela Secretaria de Fazenda (Sefaz) e pela Procuradoria Geral do Estado (PGE).

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