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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Apesar dos juros, CNI eleva previsão de expansão da economia brasileira

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A CNI (Confederação Nacional da Indústria) prevê que a economia brasileira irá crescer 4% neste ano. Na previsão anterior, a entidade esperava que o PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas por um país) tivesse um incremento de 3,7%.

Na última pesquisa feita pelo Banco Central com analistas do mercado financeior, a previsão de crescimento da economia era de 3,69%.

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‘As razões para a manutenção do vigor do crescimento se encontram na permanência dos fatores determinantes do aumento da demanda, de um lado, e, de outro, da expansão da capacidade produtiva coma retomada do investimento em 2004’, de acordo com o Informe Conjuntural, divulgado hoje.

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A CNI afirma que o crescimento da economia será mantido mesmo com os juros em alta. A taxa básica de juros, a Selic, está em 19,25% ao ano, após sete elevações consecutivas.

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Embora espere um PIB maior que o previsto anteriormente, a CNI reduziu de 5,5% para 4,8% o aumento do setor industrial. A produção industrial teve um crescimento de 8,3% em 2004.

O número foi revisado após a entidade detectar um aumento dos estoques. ‘Com estoques em alta, tem-se a sinalização de queda da produção futura’, explica.

De acordo com o documento, a demanda doméstica marcou o crescimento do início do ano, puxada, principalmente, pela maior disponibilidade de crédito. No entanto, admite que a renda das famílias também cresceu, o que contribui para o aumento do consumo.

A CNI destaca ainda que as exportações continuam sendo outro fator de sustentação do crescimento. No ano passado, a economia brasileira cresceu 5,2%.

‘As vendas externas mantiveram forte crescimento no primeiro trimestre do ano, fruto não apenas dos preços favoráveis de algumas commodities, mas também do aumento das quantidades exportadas, como destaque para os produtos manufaturados’, relata o Informe.

Até março, a balança comercial acumulava um superávit –saldo positivo entre exportações e importações– de US$ 8,319 bilhões, um crescimento de 35,62% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 6,134 bilhões).

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