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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Economia

Alta Floresta: Simenorte rebate críticas e quer discussão centralizada

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O presidente do Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso, Lindomar Dela Justina, disse hoje, ao Só Notícias, que não está havendo ‘antidemocracia’ nas discussões realizadas com o Sindicato dos Trabalhadores sobre as reinvindicações para ser feita convenção coletiva, conforme acusa o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Madeireira de Alta Floresta – Sintaf-. Entre as cobranças está o reajuste salarial para mais de mil trabalhadores em Alta Floresta, Apiacás, Carlinda, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Paranaíta. Confome o sindicalista, os debates devem apenas ser focados no quesito salarial, conforme estabelecido ainda em 2008, após acordo entre as partes.

Neste ano, por exemplo, a pauta aprovada pelo Sintaf em assembleia consta de, pelo menos, vinte e cinco tópicos. A última convenção realizada em Alta Floresta foi validada de dois anos. “O acordo feito foi que haveria somente a dicussão salarial. A convenção de 2008 até 2010 foi mudada alguns itens e para este ano ficou acertado que seriam os itens 4 (salário normativo) e 5 (reajuste salarial). Eles propuseram”, declarou o presidente.

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No entender de Dela Justina, o Simenorte apenas pede que os debates sejam centralizados nas respectivas cláusulas. O representante destaca que pediu ainda a antecipação de debates da convenção e que a pauta pleiteada chegue com mais antecedência ao Simenorte, levando-se em conta que os reajustes começam ser pagos com efeito retroativo a 1º de maio. “O reajuste teria que ser dado em maio e mandaram a proposta em abril. Por que no final de mês? questionou. No entendimento do Simenorte, a crise econômica provocou sérios reflexos nas indústrias madeireiras do extremo Norte, afetando a produção e a manutenção dos empregos. Neste sentido, explica Lindomar, o sindicato sugeriu a realização de acordos individuais com as respectivas empresas que compõem a base de abrangência das duas instituições.

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“O correto é fazer um acordo salarial. Agora, cada empresa tem o direito de sentar e fazer o acerto dentro de suas possibilidades. Há empresas que estão com intenção de parar as atividades e os empregados preocupados com a manutenção do trabalho”, resumiu o presidente.

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