Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
domingo, 8 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Agronotícias

Galvan diz que governo precisa cortar gastos públicos em vez de taxar o agronegócio

Compartilhe Facebook X Texto

O presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) em Mato Grosso, Antônio Galvan, criticou duramente o posicionamento do governador Mauro Mendes e do presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho, ambos do DEM, que no discurso de posse no parlamento citaram o agronegócio dizendo que a tributação do setor precisa ser revista e fizeram uma relação com a desigualdade social no estado. Nas redes sociais, Galvan publicou um textão dizendo que “jamais o trabalho duro de um setor, seja qual for, será responsável pela desigualdade social”.

Direto como sempre, Galvan rebateu dizendo que o problema do Estado é a má administração dos políticos e a corrupção. “Contra essas práticas não vemos políticos levantarem bandeira. Culpar um setor por injustiças sociais é jogar contra a sociedade que se beneficia – seja por meio de emprego e renda, seja por meio dos produtos gerados -, de determinada cadeia produtiva”, completou.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Como exemplo de desigualdade, o ruralista apontou o valor do duodécimo repassado à Assembleia Legislativa e ao Tribunal de Costas do Estado, que em 2019 está estimado em 896 milhões. O valor é maior que o orçamento anual de Várzea Grande, a segunda maior cidade de Mato Grosso com 280 mil habitantes. “Ou seja, 24 deputados estaduais e os 11 conselheiros custam aproximadamente R$ 2,5 milhões, por mês, cada um, aos cofres públicos. Enquanto para a infraestrutura – essencial para o desenvolvimento -, o valor mal chega a R$ 170 milhões, e a iniciativa privada segue contribuindo, pagando impostos e, muitas vezes, investindo recursos onde o Estado que deveria aplicar”, criticou Galvan.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPlantio da soja chega a 89% da área prevista e entra na reta final em Mato Grosso

“Antes de apontar o dedo para quem planta, produz, gera emprego, renda, leva alimento à mesa, e convive diariamente com as incertezas climáticas, econômicas, jurídicas, devia-se olhar para dentro da ‘própria casa’ e fazer as mudanças que a sociedade tanto anseia, como o corte no excesso de gastos públicos”, concluiu.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Agronotícias

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé