Faltam médicos. Agenda cheia
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou que podem ser contratados médicos que estão no exterior para trabalhar na rede pública em centenas de cidades. O governo tenta andar rápido depois da forte pressão popular e da queda da popularidade de Dilma. E a cobrança pela saúde é forte. Não é só na rede pública que faltam médicos. Na particular também. Em Sinop, por exemplo, três cardiologistas estão com consultar marcadas até o final de julho.
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