Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Agronotícias

Exportações de carne mato-grossense diminuem mas receita aumenta e chega a R$ 1,7 bilhão

Compartilhe Facebook X Texto

O preço médio da carne bovina brasileira registrou uma valorização de 12,9% no mercado internacional em 2021 em comparação com 2020, passando de US$ 3.346,93 mil por tonelada (mil/t) para US$ 3.77,90 mil/t. A alta garantiu saldo positivo nas exportações mato-grossenses, uma vez que o volume de carne embarcado ano passado foi 9,5% menor do que em 2020.

Levantamento do Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac) aponta que, em 2021, Mato Grosso comercializou 368,7 mil toneladas de carne bovina e movimentou o equivalente a US$ 1,782 bilhão. Em 2020, o volume de carne exportado foi de 407,6 mil toneladas e a receita de US$ 1,685 bilhão.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Entre os motivos para a redução do volume de carne exportado, o diretor de operações do Imac, Bruno de Jesus Andrade, aponta a menor oferta de animais e a saída temporária da China do mercado como os principais fatores para a redução. “A demanda em 2021 foi aquecida. Se a China não tivesse ficado 100 dias fora do mercado, provavelmente, Mato Grosso teria registrado recorde não apenas em receita, mas também em volume de carne exportada”, afirma.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPlantio da soja chega a 89% da área prevista e entra na reta final em Mato Grosso

A China se manteve na liderança entre os principais destinos da carne mato-grossense, com compra de 155,4 mil toneladas, o que representou uma receita de US$ 823,1 milhões, 46% do total exportado pelo estado. Em seguida, o Chile aparece com a compra de 29,2 mil toneladas e US$ 145,3 milhões, ocupando o lugar que era de Hong Kong em 2020. A ilha asiática ficou na terceira colocação em 2021, mesmo comprando maior volume, 38,3 mil toneladas, porém com menor valor, US$ 145,1 milhões no total.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

“É interessante observar no ranking dos principais compradores o valor agregado da mercadoria. Enquanto Hong Kong paga cerca de US$ 3,8 mil por tonelada, nós temos a Itália que paga US$ 7 mil a tonelada. O Brasil precisa trabalhar para diversificar os destinos, mas também para abrir mercado que paga melhor, como é o caso do Japão, por exemplo”, afirma o diretor do Imac, Bruno de Jesus Andrade.

Outro exemplo citado pelo diretor é com relação à diferença de preço pago pela carne resfriada e a carne congelada pela Alemanha. De acordo com o levantamento do Imac, a Alemanha pagou 37% mais na tonelada de carne congelada exportada por Mato Grosso do que Hong Kong, sendo que o país europeu pagou US$ 6.172,23, enquanto o asiático pagou US$ 4.502,78 por tonelada.

Quando analisada a proporção de preço pago pela carne resfriada, a diferença é ainda maior, atingindo 65%. Enquanto a Alemanha pagou US$ 8.363,67 na tonelada de carne resfriada, Hong Kong pagou US$ 5.078,34 a tonelada. “Nesse sentido, é importante diversificar o mercado e enviar para cada destino o produto que pode gerar maior rentabilidade”, destaca Bruno Andrade.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Agronotícias

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé