Alfinetadas na corte
O clima esquentou no Tribunal de Contas do Estado (TCE), ontem. O vice-presidente Antonio Joaquim rebateu as declarações do integrante do CNJ, Jorge Hélio de Oliveira, que responsabilizou o TCE pela crise no Judiciário matogrossense, por suposta omissão em fiscalização nas contas do Tribunal de Justiça, quanto ao caso de R$ 1,5 milhão que foram pagos ilegalmente como créditos para 10 desembargadores e conselheiros que acabaram sendo punidos com aposentadorias compulsórias. “Esse senhor foi inoportuno, inconveniente e injusto com o Tribunal de Contas. Na opinião do conselheiro do TCE, não cabe a um membro do CNJ fazer juízo de valor sobre o trabalho de outra instituição, embora não reconheça nas declarações dele a posição do CNJ. “Infelizmente, tem membro daquela entidade conversando de maneira incompatível com a função que exerce. Entendo que você pode criticar as pessoas, mas não atacar as instituições”, disse.




