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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Economia

Sorriso despenca em ranking de exportação e envia milho para América Central

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As exportações de Sorriso começou 2021 como terminou o ano passado: em baixa e com perda na posição do ranking dos maiores exportadores estaduais. Em janeiro deste ano, aponta o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Sorriso vendeu “apenas” U$ 57 milhões para o mercado externo, ao passo que no mesmo período de 2020 as vendas tinham atingido U$ 80 milhões. A queda de vendas em janeiro é a segunda consecutiva desde o recorde de janeiro de 2019.

Com a redução, Sorriso despencou no ranking de maiores exportadores de Mato Grosso e começou 2021 ocupando o quinto lugar, com 6,4% de todas as vendas para o exterior. No ano anterior o município liderava no começo do ano. Por outro lado, as importações aumentaram 11% e chegaram a U$ 35 milhões, derrubando o superávit da balança comercial para U$ 21 milhões.

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Os números não representam redução da produção local. A importação, toda de insumos agrícolas, indicam que a produtividade continua em alta. A diferença se dá em razão da ausência da exportação de soja, que está no início da colheita.

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Em janeiro, o milho respondeu por 91% das vendas e, mesmo com a demanda do mercado interno aquecido pelas plantas fabricantes de etanol em Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, teve um crescimento das vendas externas em 140% na comparação com janeiro passado. O algodão tem 5,6% do mercado e resíduos sólidos da extração do óleo da soja representam 3% da exportação. A diferença e 0,4% se completa com miudezas de carne.

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O mapa de janeiro também mostra um comportamento atípico com movimento voltado para a América Central. A China comprou apenas U$ 194 mil e passa longe e figurar entre os principais clientes. A lista de janeiro é encabeçada pela República Dominicana com 29%, seguida de Porto Rico com 24%, Irã com 8,1%, Egito com 7,2% e Portugal com 6,7%.

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