Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Agronotícias

Quantidade de gado em confinamento em Mato Grosso diminui

Compartilhe Facebook X Texto

O primeiro levantamento das intenções de confinamento em Mato Grosso, feita pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), mostra que a estimativa da quantidade de animais confinados este ano é de 577.550 cabeças. A pesquisa foi feita em 173 unidades de confinamento, representando 71% do total. O resultado é 16% menor em relação a abril do ano passado e quase 30% se comparado com outubro.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) destaca que a realidade reflete na capacidade estática do estado, uma vez que quatro propriedades desativaram a estrutura de confinamento. “Isso pode justificar a menor quantidade de unidades confinadoras neste levantamento. Assim, a capacidade estática será de 811.230 cabeças, valor 8,62% menor do que 2019”, aponta o levantamento.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Dentre as regiões, somente a centro-sul possui previsão de aumentar a quantidade de animais confinados neste ano, com variação de 3,23% a mais em comparação com 2019. As outras regiões demonstram cautela: produtores sem previsão de confinamento somam quase 15% este ano, frente aos 31,7% que informaram que não irão confinar.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPlantio da soja chega a 89% da área prevista e entra na reta final em Mato Grosso

Mais de 70% dos animais devem ser confinados em estruturas próprias, enquanto o restante em estrutura de terceiros.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

O Imea analisa que é normal o produtor apresentar um comportamento mais moderado no primeiro levantamento do ano, reflexo da necessidade de estudo do mercado futuro, dentre outras ações. Dentre as principais preocupações do pecuarista estão a cotação do boi gordo; pandemia da Covid-19; preços dos insumos de suplementação e as cotações dos animais de reposição.

Essa quantidade restante, como dito anteriormente, pode estar atrelada à preocupação dos confinadores com o aumento dos preços dos animais de reposição porque as cotações destas categorias estão em crescimento desde o segundo semestre de 2019, sendo que no final do ano a alta começou a ser mais intensa.

Este movimento tem sido causado pela menor oferta destes animais, devido ao momento do ciclo pecuário proporcionado pelo maior abate de fêmeas nos anos anteriores. Além disso, a exportação de carne bovina para a China também é um fator que tem impulsionado as cotações no mercado de reposição, pois os volumes enviados estão satisfatórios e o produto demandado pelo mercado chinês é de animais jovens, o que acaba valorizando estas categorias, informa a assessoria.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Agronotícias

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé