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sábado, 7 de novembro de 2026
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Esportes

Chape e Figueirense fazem clássico de poucas chances e ficam no 0 a 0

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O duelo entre Chapecoense e Figueirense deste sábado, realizado na Arena Condá, pela oitava rodada do Campeonato Catarinense, valia a liderança da competição. Entretanto, o que se viu dentro de campo foram duas equipes com pouca inspiração e um jogo sem grandes chances de ambos os lados, que culminou em um morno empate por 0 a 0.

Com o empate, o Figueira permanece na liderança do Catarinense empatado em praticamente tudo com o rival. Na tabela, ambos possuem o mesmo número de vitórias, empates e até gols marcados, 12 para cada. A diferença, porém, está no número de gols sofridos pela Chape, dois a mais, que segue determinando a diferença de posições dos dois times.

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Os primeiros 45 minutos do clássico catarinense válido pela oitava rodada foram de muito estudo, mas de pouca efetividade das equipes no campo ofensivo. Ao todo, Chape e Figueirense tiveram apenas uma chance clara de cada lado, com João Ricardo e Denis sendo meros espectadores do duelo que valia a liderança da competição. O segundo tempo teve o mesmo cenário, com ambas equipes sofrendo para chegar ao gol adversário.

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Depois do resultado deste sábado, a Chape terá pouco tempo para trabalhar, já que volta a campo na próxima terça-feira, novamente na Arena Conda, para definir sua vida na Copa Sul-Americana contra o Unión La Carera, do Chile, após o empate por 0 a 0 no jogo de ida. Já o Figueirense, antes de voltar ao Catarinense, também terá duelo no meio de semana, na quarta, pela Copa do Brasil, contra o Luverdense.

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Os primeiros minutos na Arena Condá foram do Figueirense. Mesmo fora de seus domínios, o time comandado por Hemerson Maria tomou a iniciativa, pressionou a saída de bola do time da casa e obrigou a Chape a abusar das ligações direta, que não tiveram bom aproveitamento. Apesar da proposta ofensiva, o Figueira também encontrou dificuldades para se sobressair no último terço do campo.

A primeira chance do jogo, inclusive, foi do time do Figueirense, mas por intermédio do arremate de longa distância. Aos 14 minutos, Juninho fez ótima jogada individual e rolou para Júlio Rusch, que arriscou de fora da área, mas a bola saiu por cima da meta defendida por João Ricardo.

Apesar da primeira boa chance, a tônica da partida foi a dos primeiros minutos, com os dois times se estudando e obrigando muito pouco dos goleiros. Tanto que a Chape assustou apenas aos 29 minutos, quando Bruno Pacheco cobrou falta na área, mas Lourency não alcançou para realizar o toque com perfeição. No detalhe da jogada, o atacante ainda tocou, mas sem precisão.

O desempenho da Chapecoense no primeiro tempo deixou nitidamente Claudinei Oliveira incomodado. Com duas novas caras, o time da casa mudou a postura para a segunda etapa e passou a agredir mais no campo de ataque. Ainda assim, seguiu pecando na precisão. Aos quatro minutos, por exemplo, Yann Rolim cobrou falta na área, Ruan Renato afastou e Lourency arrematou, mas a bola saiu pela lateral.

Aos poucos, o jogo retomou o ritmo menos intenso que marcou os 45 minutos iniciais. Entretanto, mudaram os protagonistas. No segundo tempo, a Chape foi quem teve mais a bola, enquanto o Figueirense apostava nos contra-ataques para tentar surpreender. Ambos os times, porém, deixavam clara as dificuldades para criar e chegavam muito pouco as metas adversárias, mantendo o placar em igualdade.

Se no contra-ataque o Figueira não conseguia por em prática sua estratégia, na bola parada o time chegou com perigo. Aos 30 minutos, após cobrança de escanteio de Júlio Rusch afastada pela defesa, Matheus Destro aproveitou o rebote, mas João Ricardo fez a defesa. Na reta final, a Chape respondeu com Everaldo, que recebeu de Bruno Pacheco, fez boa jogada individual, mas chutou nas mãos de Denis.

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