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sábado, 7 de novembro de 2026
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Agronotícias

Proposta da delimitação da zona livre de aftosa na divisa de Mato Grosso-Pará é avaliada

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Uma equipe do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso e representantes da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) se reuniram para avaliar os dados obtidos a partir do levantamento das fazendas na divisa entre Mato Grosso e Pará, um trabalho importante na delimitação da zona livre de febre aftosa sem vacinação, em maio de 2020. De agosto até a primeira quinzena de outubro, equipes do Indea e da Adepará visitaram 528 propriedades localizadas nos municípios mato-grossenses de Vila Rica, Santa Terezinha, Paranaíta, Guarantã do Norte São Félix do Xingú e os paraenses Cumaru do Norte, Santana do Araguaia, Jacareacanga, Altamira e Novo Progresso, onde foram coletadas coordenadas geográficas, atualização cadastral, educação sanitária junto aos produtores, vigilância veterinária e aplicação de questionário para análise do trânsito de animais e subprodutos, vínculos com  outros estabelecimentos e conhecimentos dos pecuaristas sobre o plano estratégico e suas implicações.

Vários critérios serão levados em conta para a delimitação da zona livre de febre aftosa sem vacinação, dentre elas barreiras naturais, a não inviabilização da atividade econômica, visando a efetividade das medidas de contenção de trânsito equilibrada com o menor impacto possível para os produtores na região. Ainda serão realizadas reuniões com os pecuaristas da região, com as equipes gestoras estaduais do Plano Estratégico 2017-2026 de ambos estados para refinar a proposta da delimitação da zona que será apresentada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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Assim que o Bloco II deixar de vacinar o seu rebanho, em 2020, não poderão receber animais suscetíveis – bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos e outros – de Mato Grosso e seus produtos in natura.

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O Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) prevê a retirada total da vacinação no país até 2023. Os estados foram divididos em cinco blocos pecuários para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. Integram o Bloco I, Acre e Rondônia; o Bloco II: Amazonas, Amapá, Pará e Roraima; o Bloco III: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte; Bloco IV: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Tocantins, e; Bloco V: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, informa a assessoria do Indea.

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