Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Agronotícias

Altas em Chicago e do dólar puxam preços da soja no Brasil; em Sorriso chegam a 1,92%

Compartilhe Facebook X Texto

Nesta quinta-feira (27), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam em alta e, no Brasil, o dólar subiu e encerrou o dia em campo positivo frente ao real. A combinação teve impacto direto no mercado brasileiro, porém, não de forma generalizada.

Enquanto a oleaginosa disponível subiu 0,69% para R$ 72,50 por saca no terminal de Paranaguá, enquanto recuou 1,37% em Rio Grande, para R$ 72,00. Em Santos, estabilidade nos R$ 71,50. Para a safra nova, alta de 1,39% no porto paranaense, para R$ 73,00, e estabilidade no gaúcho, com a última referência nos R$ 76,00 por saca.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

No interior do país, as cotações também não obedeceram a um mesmo movimento. No Paraná, enquanto Castro anotou uma alta de 0,72% para R$ 70,00 por saca, as demais praças do estado pesquisadas pelo Notícias Agrícolas recuaram até 0,84%. Já em Mato Grosso, os indicativos subiram até 1,92% – como foi o caso de Sorriso, para R$ 53,00 por saca.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPlantio da soja chega a 89% da área prevista e entra na reta final em Mato Grosso

Com altas no mercado internacional e de câmbio, alguns negócios foram registrados por aqui, porém, não de forma muito intensa, como explicou Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

“O mercado da soja mostrou alguns negócios nesta quinta-feira, apoiado por dois fatores importantes, sendo o primeiro o avanço em Chicago e o dólar positivo no Brasil que deu fôlego para níveis de R$ 73,00 aos R$ 73,50 nos portos – intervalo onde voltaram a fluir fechamentos, com mais interessados em comprar do que em vender. Assim, os negócios ficaram abaixo dos esperados pelos compradores”, disse o consultor.

No mercado internacional, as altas foram motivadas, mais uma vez, pelas adversidades climáticas em pontos de regiões produtoras nos Estados Unidos. Com isso, os preços voltaram a trabalhar acima dos US$ 10,00 por bushel, com altas de 6 a 7,25 pontos no fechamento. O novembro/17, que é a posição mais negociada nesse momento, terminou o pregão com US$ 10,07 por bushel. Nos melhores momentos do dia, os ganhos passaram de 10 pontos.

“Os indicativos de clima nos EUA, continuam apontando para chuvas aindaabaixo do ideal e desta forma volta-se se especular que o USDA poderá trazer nova queda na qualidade das lavouras na próxima segunda-feira e assim o apelo do momento é de leve pressão positiva”, acredita Brandalizze.

Além disso, os últimos dias com chuvas sendo registrados no Corn Belt tiraram parte da força de alta do mercado internacional de grãos e o avanço das cotações na Bolsa de Chicago acabou sendo menos intenso esta semana. No entanto, uma atualização reportada nesta quinta-feira, 27 de julho, do Drought Monitor – um sistema oficial do governo americano que monitora a seca nos EUA – mostra que as condições de seca estão se espalhando por um área maior, reduzindo os níveis de umidade do solo.

O mercado recebeu, também nesta quinta-feira, atualizações dos mapas climáticos do NOAA, o serviço oficial de clima dos Estados Unidos, os quais voltam a mostrar tempo quente e seco no intervalo dos próximos 6 a 10 dias.

Completando o cenário de suporte aos preços, os números das vendas semanais norte-americanas também foram positivos nesta quinta e contribuíram para o fechamento em alta em Chicago.

Na semana encerrada em 20 de julho, os EUA venderam 303,4 mil toneladas de soja da safra velha. O volume, apesar de 26% menor do que o registrado na semana anterior, ficou ligeiramente acima das expectativas do mercado, que variavam de 100 mil a 300 mil toneladas. A maior parte foi adquirida pela Holanda. No acumulado da temporada, o volume total comprometido já é de 60.667,5 milhões de toneladas, contra pouco mais de 51,8 milhões do ano passado e frente à projeção total do USDA para esta safra de 57,15 milhões.

Da safra nova foram vendidas mais 531,8 mil toneladas de soja – a maior parre destinada à China – e o volume também ficou dentro do intervalo esperado pelo mercado, de 300 mil a 1 milhão de toneladas.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Agronotícias

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé