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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Polícia

Acusados negam ter matado madeireiro em Sinop

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No último dia 26 de junho, o juiz João Manoel Pereira Guerra, ouviu o depoimento dos dois acusados pelo latrocínio do madeireiro Ernani Zambiazi. Cristiano Fioreze e Josevam Silva Dias, acompanhados de seus advogados, negaram qualquer participação na morte do empresário.

Cristiano disse que não conhecia a vítima e no dia do crime, estava na empresa onde trabalhava há 4 anos. Admitiu que possuía 3 armas de fogo, mas disse que não andava armado e não usava drogas. No seu depoimento ele frisa ainda que “não concorda com os termos da denúncia, pois não cometeu o crime de que está sendo acusado; que também não sabe dizer se o crime narrado na denúncia pode ter sido cometido pelo co-réu Josevan e que pretende demonstrar sua inocência através da prova testemunhal, como também através de documentos da empresa em que trabalhava que mostram que nesse dia e horário estava na mesma”.

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Josevan não sabe dizer exatamente onde estava no dia do homicídio “porém, certamente estava trabalhando, e, provavelmente, atendeu alguma chamada na zona rural de Sinop, já que é empregado de uma empresa que presta serviços para a Rede Cemat”. Ele afirmou que não praticou o crime.

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Foi designada uma nova audiência para ouvir as testemunhas de acusação.
Os acusados, presos em flagrante, em outro crime, estão no presídio Ferrugem. Como Só Notícias já informou, o empresário foi morto no dia 16 de janeiro, logo depois de sair de uma agência bancária de onde tinha sacado R$5 mil.Ele estava chegando em sua residência quando foi abordado pelos dois assaltantes. Um deles, que estava como passageiro na moto, não usava capacete. Depois de anunciar o assalto, acabou disparando contra o empresário que acabou morrendo à caminho do hospital.

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No dia 16 de março, Cristiano e Josevan foram presos, juntamente com Odair de Jesus Silva, 32 anos, conhecido como Mazú e Elias Rodrigues de Paula, o Tigrão. Ainda está foragido Cláudio Dias de Souza, acusado de pertencer à mesma quadrilha. Na casa deles, no bairro Jacarandás, a a polícia encontrou 30 papelotes de pasta-base, jóias desmanchadas e várias etiquetas de jóias furtadas, 24 celulares, alguns clonados, seis aparelhos televisores e dois computadores.

No dia seguinte, eles foram reconhecidos por testemunhas do latrocínio. De acordo com as testemunhas, Josevan pilotava a moto e Cristiano, que estaria sem capacete, teria atirado em Zambiazi. Além do latrocínio, eles respondem processo por tráfico de entorpecentes.

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