Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Polícia

Polícia investiga duas versões para onda de crimes em Juruena

Compartilhe Facebook X Texto

A equipe designada pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública para investigar os incêndios criminosos na cidade de Juruena (880 km a Noroeste de Cuiabá) trabalha com duas hipóteses.

A primeira de que os crimes tenham sido cometidos por garimpeiros ou outras pessoas desempregadas quando do fechamento de um garimpo ilegal, no mês de dezembro. E a segunda seria de motivação política — e os criminosos estariam com o intuito de atacar a atual administração do município.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Dez policiais e peritos criminais trabalham na investigação, segundo o tenente Soares, da Polícia Militar designado para a Sema. Desde que os policiais chegaram à cidade, não ocorreu nenhum ato de vandalismo, a não ser a tentativa de incendiar a igreja, na quarta-feira (25). Bandidos arrombaram a casa do padre com esse intuito, mas a polícia foi avisada e os incendiários fugiram.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPolícia Civil cumpriu 7,6 mil mandados de prisão em MT neste ano; 434 operações

Já foram incendiados uma escola estadual, outra da rede particular, a sede local do Indea, a Exatoria, a prefeitura (incluindo o gabinete do prefeito) e até mesmo o cemitério.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Para o prefeito de Juruena, Bernadinho Crozetta, devem-se tratar de “pessoas vindas de fora”, atraídas pela oportunidade de trabalhar no garimpo do ouro e que agora estão desempregadas.

Quando da desativação pela Sema do garimpo ilegal que explorava ouro no também irregular assentamento “Vale do Amanhecer”, a prefeitura pagou passagens para que todos os assentados pudessem deixar a cidade rumo às suas cidades de origem. Cerca de 180 famílias trabalhavam ali.

A operação para retirada dos garimpeiros foi tranqüila e a maioria deles foi embora, mas um sinal de que alguns tenham ficado foi o assassinato, no final de dezembro passado, de Jovino Massola, a pessoa que denunciou as atividades no garimpo.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Polícia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé