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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Polícia

Vulcano: defesa tenta liberar chefe adjunto da Receita em MT

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O delegado da Receita Federal em Cuiabá, Paulo Eduardo Borges, continua preso no anexo 1 da Penitenciária Central de Cuiabá (Polinter). O advogado dele, Ulisses Rabaneda, está em Marília (SP) onde pretende fundamentar a tese de defesa do cliente para pedir no início da manhã de hoje a revogação da prisão junto ao Tribunal Regional Federal (TRF) de São Paulo. Em entrevista ao telefone, ele explicou que está analisando todas as possibilidades para obter a soltura, por intermédio de um habeas corpus. Ao todo, 17 pessoas foram presas em Mato Grosso durante a Operação Vulcano, deflagrada na sexta-feira (7) pela Polícia Federal e Receita Federal.

Além de Borges, outras três pessoas foram encaminhas à Polinter. São eles: André Luiz Menezes Pessoa, José Roberto Samogim Júnior e Marcosval Paiano. As outras 13 pessoas foram encaminhadas à Penitenciária Central de Cuiabá e ao Centro Ressocialização de Cuiabá. O pedido de prisão temporária vence amanhã, mas poderão ser prorrogados por mais 5 dias. A reportagem não conseguiu saber se houve alguma outra mudança com relação aos mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos no Estado.

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Operação Vulcano – A operação foi desencadeada para desmontar um esquema de fraude em exportações e importações que tinha ramificação em outros 8 Estados. Além de Mato Grosso, os grupos atuavam também no Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Minas Gerais. A estimativa é que o rombo aos cofres públicos chegue a R$ 600 milhões. No país, foram expedidos 100 mandados de prisão, sendo mais 88 pessoas presas. Em Mato Grosso, as prisões ocorreram em Cuiabá, Várzea Grande e Cáceres.

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Leia tambémPolícia Civil cumpriu 7,6 mil mandados de prisão em MT neste ano; 434 operações

No total, 48 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça mato-grossense (de um total de 220 expedidos no país), sendo 20 deles para serem cumpridos no Estado. Entre os presos estão empresários do segmento de exportação, transportadoras, despachantes e aduaneiras e servidores públicos da Receita Federal.

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