Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Polícia

PF procura oficiais da PM de Mato Grosso por grilagem de terras

Compartilhe Facebook X Texto

A Polícia Federal em Mato Grosso já prendeu 9 pessoas, hoje, na Operação Pluma, combatendo a prática de grilagem de terras da União e vários crimes vinculados como assassinatos, grilagem de terras, corrupção, peculato, prevaricação, extorsão, ameaça e crimes contra a administração pública e o meio ambiente.  120 policiais cumprem 19 mandados de prisões temporárias, 24 mandados de buscas e apreensões e a determinação seqüestro de bens e valores dos envolvidos.  A justiça mandou prender 7 servidores públicos e 6 deles são oficiais da Polícia Militar de Mato Grosso – dois da reserva e uma tabeliã.

Investigações levaram a uma organização criminosa, com ramificações em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, que utilizava diversos meios para obter terras a baixos custos e revendê-las posteriormente.  Na investigação foram identificados os crimes: grilagem de terras da União, especialmente de áreas destinadas a reforma agrária e reserva indígena, formação de quadrilha armada, falsificação de documentos públicos, corrupção ativa e passiva, peculato, prevaricação, extorsão, usurpação de bens da união, crimes ambientais, lesões corporais e lavagem de dinheiro.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

A área de atuação eram os municípios do “Vale do Araguaia”, destacando-se a atuação em Vila Rica, Santa Cruz do Xingu, Confresa, Porto Alegre do Norte, Ribeirão Cascalheira, Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, entretanto, também contribuíram para o fomento das atividades criminosas empresários, supostos policiais militares e pistoleiros do Estado de Goiás e financiadores do Distrito Federal, todos interessados nas vastas e producentes áreas de terra da região.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémPolícia Civil cumpriu 7,6 mil mandados de prisão em MT neste ano; 434 operações

O grupo atuava de três formas distintas:grilagem de terras e extração de insumos vegetais da área da reserva indígena MARAIWATSEDE; expulsão de assentados de áreas já destinadas à reforma agrária e posterior emissão de títulos de domínio falsos, sempre com o claro intento de obter indenização do poder público pela desapropriação de áreas inexistentes; por fim, a promoção de temor entre pequenos e médios fazendeiros da região com dois objetivos distintos: a) Fazer pressão e extorquir estes produtores para que vendessem seus imóveis a preço bem inferior ao praticado no mercado, sendo estes revendidos a grandes empresários do Estado de Goiás por justo preço; b) comercializar serviços de segurança privada a serem realizados por pistoleiros e policiais militares lotados na região, neste último caso, por vezes, com o uso indevido de recursos humanos e materiais da corporação policial.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

(Atualizada às 09:50h)

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Polícia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé