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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Polícia

Jogador do Luverdense é detido com carro fraudado em Cuiabá

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O volante Diogo Sodré, 26 anos, foi detido em um hotel da capital acusado de receptação de veículo com restrições judiciais. Policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva) cumpriram a determinação judicial que impõe a devolução de 16 veículos de luxo de uma empresa, localizada em Curitiba (PR), vítima de golpe aplicado por uma outra pessoa, que vendeu indevidamente os carros.

Um destes 16 veículos estava em posse do jogador, que se encontrava em um hotel, no bairro Bandeirantes, e foi detido, esta madrugada. Sodré, que é jogador do clube mato-grossense, foi detido para prestar esclarecimentos, pois segundo determinação da Delegacia de Estelionato do Paraná, todos os veículos deveriam ser localizados e formalizada a devolução para a empresa.

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Ainda segundo a Polícia Civil do Paraná, foi solicitado ao Departamento de Trânsito (Detran) que bloqueasse os 16 veículos fraudados. A caminhonete que estava com o jogador foi apreendida e ele levado para delegacia.

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Aos policiais civis, Sodré explicou que adquiriu o veículo por R$ 50 mil, após acordo com R.M.C, de Curitiba, e que pagaria o valor restante posteriormente. Em contato com o homem apontado pelo jogador, policiais foram informados, via telefone, de que R.M. recebeu o carro do suspeito de estelionato.

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Sodré sofreu uma fratura no tornozelo durante a final da Copa Verde e desde então estava afastado do grupo para recuperação.

A fraude milionária ocorreu em 2016, em Curitiba. De acordo com a denúncia do sócio proprietário da empresa Chinasso Empreendimentos Imobiliários Ltda, o principal acusado firmou contrato de locação de 16 veículos de luxo, que seriam, segundo ele, usados para transporte de políticos.

Entretanto, o estelionatário nunca pagou o valor acordado pelo aluguel, e ainda vendeu os veículos indevidamente, causando prejuízo de R$ 3,5 milhões a empresa. Ele foi autuado pelo artigo 171 do Código Penal, estelionato, e todos os veículos deveriam ser apreendidos e devolvidos para a empresa.

Todavia, carros, entre eles, uma BMW X4 e um Ford Fusion, estavam em paradeiro desconhecido.

(Atualizada às 08:55h)

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