Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Economia

Mato Grosso apresenta pesquisas em biocombustíveis para japoneses

Compartilhe Facebook X Texto

Abrindo a programação do Fórum de Reitores Brasil-Japão, de 12 a 16 de novembro em Cuiabá, a comitiva de participantes de fora do Estado conhece hoje a Central de Analítica do Laboratório de Pesquisa em Química de Produtos Naturais da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A Central de Analítica desenvolve pesquisa em química de produtos naturais e novas metodologias sintéticas em Química, técnica inédita para a produção de biodiesel com uso de microondas e ultra-som. O coordenador do laboratório, Evandro Luiz Dall’Oglio, lembrou que a visita desta quarta é importante para mostrar que em Mato Grosso há pesquisas de ponta em biocombustíveis.

O assessor de Relações Internacionais da UFMT, Dr. Paulo Teixeira de Sousa Jr., acrescentou ainda que a técnica, já patenteada pelo Japão, Estados Unidos, Europa e Brasil, traz vantagens sobre os métodos convencionais no mercado. A previsão é que em três anos o protótipo esteja pronto com volume suficiente para aplicar a produção. Hoje, o laboratório já tem em teste alguns protótipos reatores dibatelada.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secitec-MT), a instituição financiou R$ 12 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para a construção de uma Usina Escola que permitirá inserir pesquisas nessa área: na técnica de produção de biodiesel, controle de qualidade, ensaio em motores e desenvolvimento de novos catalisadores. O projeto envolve ainda a técnica de Plantio de Pinhão Manso.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

“A inovação que temos em nossa técnica é que usamos reação na freqüência de microondas para induzir a reação de transesterificação. Outra vantagem é que a técnica permite que a reação seja feita com catalisadores ácidos, o que significa que se pode trabalhar com matéria-prima impura, com alto teor de acidez, algo que nos métodos tradicionais não é possível”, informou Paulo Teixeira, explicando que no tradicional é necessário purificar as matérias encarecendo em muito o processo.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Ele disse também que a técnica desenvolvida pela UFMT é ideal para trabalhar com resíduos, como o sebo de boi e outras gorduras.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Economia

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé