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sábado, 7 de novembro de 2026
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Economia

Independência e Nova Carne afirmam que não venderam planta em Colíder para Guaporé

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As empresas Independência e Nova Carne, ambas em recuperação judicial, enviaram nota de esclarecimento ao Só Notícias/Agronotícias, informando que sua representação no Município de Colider (MT) é feita por sua controlada, a empresa Nova Carne e que a “Nova Carne não possui planta industrial frigorífica própria em Colider, sendo que, até o mês de junho de 2009, desenvolvia suas atividades em planta arrendada, ou seja, planta de propriedade de terceiro. Ressalta-se que o referido arrendamento foi rescindido, de comum acordo entre as partes envolvidas, em razão de ajustes operacionais que resultaram na paralisação das atividades da Nova Carne”. Outro aspecto relevante é que tanto o Independência como a Nova Carne estão em um processo de Recuperação Judicial, o qual tramita perante a Vara Única do Foro de Cajamar/SP (processo sob o n.o 108.01.2009.000928-5).

A Independência e Nova Carne questionam a declaração, na reportagem do empresário Creudevaldo Birtch que “o frigorífico Guaporé adquiriu o patrimônio do Independência e passa a administrá-lo. Acertamos as últimas documentações para começar [os serviços] o mais rápido possível”, declarou o empresário Creudevaldo Birtch. A nova aquisição do Guaporé custou, aproximadamente, R$ 60 milhões”.

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“O teor do trecho citado é não condiz com a realidade dos fatos, tendo em vista que:
1. As Companhias não possuem imóvel industrial próprio no Município de Colider/MT;
2. As Companhias não realizaram qualquer negociação comercial com o frigorífico
Guaporé ou com o empresário Creudevaldo Birtch que versasse sobre a aquisição, por
parte destes últimos, de imóvel industrial no Município de Colider/MT;
3. Desde o ingresso com o pedido de Recuperação Judicial, as Companhias não efetuaram qualquer tipo de operação em que imóveis de suas propriedades figurassem como objeto de alienação.

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As companhias (i) não têm conhecimento da operação retratada no trecho supra transcrito; (ii) reiteram veementemente que essas afirmações são inverídicas; e (iii) a afirmação referente ao pagamento de aproximadamente R$ 60 milhões que teria sido feito em razão da aquisição do imóvel é absolutamente equivocada. Não houve negociação, logo não houve recebimento de valores por parte das companhias”, finaliza a nota de esclarecimento.

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